Versão 3.0 - Time Break

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 Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado

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Akechi Nikollas
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MensagemAssunto: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Qui 29 Set - 14:41

Capítulo 1: Tudo começou quando...


Akechi Nikollas, um rapaz que, em pouco tempo, tornou-se uma grande referência e, para muitos, uma grande inspiração quando se trata em ser um shinigami.
Mas no momento, vamos deixar isso de lado, pois para sabermos como ele chegou a esse status, teremos que começar lá atrás, a uns 13 anos atrás.
A 13 anos atrás, quando Nikollas tinha apenas 12 anos, ele costumava estar sempre com seus amigos, os levava em casa para jogarem video game, assistir filmes, o que uma criança qualquer costuma fazer na sua infância / pré-adolescência.
Seus amigos, Yoh, Ren, Anna, Manta e Raven eram as únicas pessoas em que Nikollas conseguia conversar, pois eles acreditavam que Nikollas podia sim ver os espíritos. Nikollas teve sua primeira experiência em um velório. Nessa época, Nikollas tinha apenas 7 anos. Ele conseguia ver os vultos entre o caixão e a mãe do suposto falecido que, provavelmente, tentava consolá-la de alguma forma. Nikollas sempre tentava compartilhar com as pessoas que ele realmente conseguia vê-los, mas ninguém acreditava a não ser os 5 grandes amigos dele.
Voltando aos 12 anos de idade, Nikollas estava com seus amigos, menos a Raven, pois era o primeiro aniversário dela que seria compartilhado com amigos.
- Temos que fazer uma grande festa para ela, mas ela não poderá saber de nada. O que vocês acham? - Nikollas estava realmente animado.
- Mas como vamos fazer isso? Ela nunca fica sem vir conversar com a gente. - Yoh, um garoto que sempre destacou-se no colégio por ser o mais "descolado", pois era bom em quase tudo: era bom com as garotas, toca guitarra, e era um dos melhores na arte do karatê e guardava um segredo do Nikollas a 7 chaves, mostrou um grande ponto que por incrível que pareça, seria o maior problema de todos.
- Tenho uma idéia! - Dessa vez foi Anna, cabelos castanhos, curtos de rostinho angelical, porém era um homem em um corpo de menina, pois defendia Raven de todo mundo que se atrevia a enconstá-la (ela não é homossexual kkkk) , a pronunciar-se - Precisamos da ajuda da senhora Tanaka (mãe da Raven) para deixá-la na casa da tia dela. Ela odeia ficar por lá, pois é longe do nosso bairro. -
- Deixa os salgadinhos e os refrigerantes comigo. Meu pai faz os melhores salgados da cidade. Vocês vão gostar demais. - Ren mesmo tendo a mesma idade que todos, se destacava por ser o mais "forte" do grupo. Seu corpo sempre foi mais desenvolvido que os outros.
- Enquanto isso, eu posso pedir a minha mãe para escolher um bolo na confeitaria dela. Acho que só o bolo mesmo que eu vou conseguir. Se vocês conseguirem o resto... - Manta, diferente dos outros, era o mais calado de todos, porém, o mais inteligente, ou seja, não gostava de esportes, ainda mais de luta e os trocava por uma bela conversa mole para sair de qualquer tipo de confusão.
- Fechou então! Vamos preparar uma festa na... casa dela e vamos levar nossos pais, porque provavelmente, minha mãe e meu pai não deixarão eu sair sozinho.
- OK! - Todos aceitaram os termos do Nikollas.
Naquele momento, sua mãe, Naomi chamava Nikollas com uma voz alta, pois as crianças estavam na casa da árvore.
- MEU FILHO! A RAVEN CHEGOU!
- Mãe, peça para ela vir!
- Arigato senhora Akechi. - Raven, cabelos lisos, longos e negros, delicada e considerada a mais bela da classe em que estudava, agradecia a mãe do Nikollas. A cada dia que ia na casa dos Akechis, ao invés de se sentir mais "em casa", ficava cada vez mais tímida. Era como se cada vez fosse sempre a primeira.
- Não precisa me agradecer Raven-chan, ok? - Naomi se abaixa e ajeita os cabelos lisos e negros de Raven. - Agora vai lá e brinque bastante tá?
- Sim senhora, novamente, arigato.
Ao chegar na casa da árvore, Raven notou que as crianças estavam nitidamente mudando de assunto.
- Eu perdi alguma coisa?
- Não não... claro que não. Alguém falou alguma coisa aqui?
- Estávamos falando sobre esse final de semana que está chegando. Será a primeira semana de férias. Eu não posso esperar! Sábado eu irei viajar com a minha família pra praia. - Todos menos Raven sabiam que Yoh estava mentindo e resolveram seguir o mesmo caminho.
- Minha mãe disse que eu terei que viajar para a casa da minha tia e, provavelmente ficarei 1 semana por lá. - Enquanto todos mentiam, Raven foi ficando cada vez mais triste, porém não transparecia para os amigos.
- Pois é Yoh, minha mãe deixou ir com você para praia! Mal posso esperar!
- En..quanto vocês vão se divertir, eu vou pra casa da minha avó. A família irá se reunir por lá. - Raven poderia ser enganada por todos, menos por Nikollas. De alguma forma ela conseguia sentir o cheiro da mentira saindo do corpo dele.
- Quer dizer então que você vai para a casa da sua avó né? Pois bem, eu ia propor um... - quando Raven ia terminar seu comentário, Nikollas percebeu que ia ser descoberto e rapidamente se saiu dizendo:
- Calma ai gente, eu preciso ir ao banheiro, eu to apertado. - rapidamente, Nikollas deu um grande salto ignorando as escadas da casinha da árvore, que não é alta, apenas 3 degraus de altura.
- kkkkkkkkk - Todos riam do pequeno Akechi.
Rapidamente, Nikollas passou toda a informação para sua mãe que aprovou 100% da idéia e que imediatamente ligou para a mãe de Raven passando as mesmas informações.
Com o passar do tempo, quando todos estavam indo para suas respectivas casas e, depois de todos se despedirem do pequeno Akechi, Raven foi a única que o abordou:
- Eu não sei o que pretende fazer tentando "fugir" de mim, mas você não me engana. Por que você não diz realmente o que quer fazer no fim de semana?
- Eu não acredito que esteja desconfiando de mim. Eu nunca diria algo que a deixaria triste e eu notei que você estava triste... mas o que você ia dizer no momento em que eu fui ao banheiro?
- Deixa pra lá, agora não vem ao caso, já que você irá viajar...
Enquanto a conversa dos dois se desenvolvia, Naomi quis logo tirá-lo da enrrascada.
- Meu filho, venha arrumar suas roupas para irmos na casa da vovó. Raven-chan, sua mãe me ligou e disse que você também irá viajar e precisa ir para sua casa. Eu a deixarei junto com o Nikollas.
Sem entender muito o que estava se passando, ela aceitou a carona e, junto ao Nikollas e Naomi, foi para casa. Ao chegar em sua casa, Raven dirige suas palavras para o jovem.
- Desculpa por ter duvidado de você. - Logo em seguida ela deu um beijo no rosto
dele. - Então...
nos vemos segunda-feira. Tchau. - Uma lágrima descia em seu rosto e saiu correndo para dentro de casa.
Aquilo para o Nikollas era como se fosse o fim do mundo, ver a garota, que ele gosta desde o dia em que a conheceu, triste.
- Mãe o aniversário dela é amanhã. Eu quero ir encontrar com os meus amigos e combinarmos as coisas.
Era realmente um grande plano, pois Nikollas ligou para a casa da Raven para saber se ela tinha ido para a casa da tia e, realmente ela tinha ido.
Com o passar do tempo, todos já estavam reunidos na casa da Raven, fazendo os preparativos finais. Colocaram os balões pregados nas paredes, os docinhos, salgados e o bolo ficaram em uma mesa. Estava tudo pronto!
Todas as crianças começaram a escolher um lugar para se esconderem, enquanto a mãe de Raven foi ao encontro dela.
-//-
Enquanto isso, Nikollas estava no lado de fora da casa de Raven pensando na vida. Nesse instante, um homem apareceu para ele e começou a olhá-lo. Nikollas estava um pouco assustado, pois ele estava com um capuz que o deixava irreconhecível. Ao perceber que Nikollas conseguia vê-lo nitidamente, resolveu pronunciar-se ao jovem Akechi.
- Eu sei que pode me ver e sei o que será futuramente. Daqui a 7 anos, você conseguirá o que tanto deseja e no ano seguinte, você terá o que eu tanto quero. - Nikollas tentava gritar ou fugir dali. Mas seu corpo não respondia a nenhum comando, apenas escutava e com muita atenção. - Preste atenção garoto, estou dizendo isso para não causar um grande impacto no futuro, e sim para insentivá-lo a seguir com os seus objetivos. Nos veremos daqui a 8 anos.
-//-
P
or fim, Nikollas caiu ao chão ficando desacordado por um bom tempo.
- ... ..N... ..Nikol... Nikollas... NIKOLLAS! - Aos poucos, Nikollas ia acordando com a voz da Raven que estava desesperada em querer que ele acordasse!
- Minha cabeça... tá doendo... - Ao olhar todos que estavam a sua volta e, principalmente a Raven, mudou imediatamente seu semblante... - ... TCHAN-RAAAN! Feliz Aniversário Raven-chan!
- O que houve com você Nikollas-kun?
- Nada não. Não quero falar sobre isso. Melhor comermos, pois eu estou morrendo de fome!
Imediatamente, Nikollas saiu em disparada para dentro como se nada tivesse acontecido e pegou uma caixinha que foi embrulhada por ele mesmo e, em seguida, foi ao encontro da Raven.
- Feliz Aniversário Raven-chan. Tome, - Nikollas entrega a caixinha para Raven... - esse é meu presente.
Ao abrir, um lindo anel estava dentro da caixinha.
- Minha mãe pediu para te dar esse anel. Foi o anel que meu pai deu a ela quando eles começaram a namorar.
Novamente Raven deu um beijo em Nikollas, porém dessa vez não foi no rosto e sim nos lábios dele. Apenas um beijinho que, para ele, durou uma eternidade.
- Arigato Nikollas-kun. Pensei que vocês iriam mesmo viajar. Amei a surpresa! Prometo que nunca vou tirar o anel que você me deu do meu dedo, sempre que eu olhá-lo, me lembrarei de você!
Ela se sai, com o anel em seu dedo, feliz com tudo o que estava acontecendo.


Esse dia, podemos dizer que foi sua primeira experiência na qual motivou Akechi Nikollas a ser o que é atualmente.

Off: Amanhã teremos o segundo capítulo da saga. Então... Boa leitura!

__________________________________________




(Akechi Nikollas)
Legenda:
Narração
-Pensamentos
-Falas (-Liberação)
-Zanpakutou

--------
Legenda da Raven:
Narração
- Pensamentos
-Falas


Última edição por Akechi Nikollas em Dom 19 Fev - 12:58, editado 2 vez(es)
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June Tethys
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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Qui 29 Set - 15:46

Kufufufu! Grande história! Está emocionante, para além de conseguires controlar a quantidade de personagens que tens! Bom trabalho! Só tem alguns erros, mas isso melhora-se com a prática... Pontuação final... 8 pontosn rank!

Espero ver a continuação! Quero saber o que vai acontecer daqui a 8 anos! Que curiosidade... Kufufufu! Melhora o trabalho e talvez conseigas o 10! E mais uma coisa... Só podes fazer um post por semana... Se fizeres mais, apenas avaliarei um por semana. Só se passar duas semanas é que puderes fazer dois posts! Dúvidas, postar no post de dúvidas!



Conclusão:

Pontos: 8 pontos rank

Estado: Em andamento

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"Mais uma vez, sou a mais velha... Mais uma vez, tenho crianças para proteger... Será... Será que o meu destino me deixará em paz desta vez?"


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Akechi Nikollas
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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Sex 7 Out - 14:18

Capítulo 2: Do céu para o Inferno.


Duas semanas se passaram desde o aniversário da Raven e Nikollas ainda lembrava do beijo que ganhou dela como se tivesse acontecido a cinco minutos atrás. Seu semblante era o mesmo e todos percebiam a cara de "bobo-alegre" do jovem Akechi, mas não sabiam o porque que estava assim. Alguns arriscavam uma pergunta, mas a única que teve sua curiosidade assassinada, foi sua mãe Naomi. Eram 21:00...

- Meu filho, eu quero muito que você compartilhe comigo a sua felicidade. Sua felicidade é tão grande que me preocupa. Me diga o que houve? - ela sentou-se na cama do quarto do Akechi, enquanto ele estava deitado e abraçado com um pequeno travesseiro.
- Ah mãe... sabe a Raven?
- Sim...
- Então. No dia do aniversário dela, eu dei o anel que a senhora me deu a ela de presente como a senhora mesma me pediu. Dai, ela me beijou e não foi um beijo no rosto. - Na medida que ele ia falando, era como se ele estivesse vendo a si mesmo, beijando a Raven.
- Meu filho, vocês ainda são novos para pensar nesse tipo de coisa. Mas se algum dia vocês ficarem juntos, nada na vida os separará. - Coçava a cabeça dele e prosseguia... - Vocês são amigos já faz um ano e eu acho a amizade de vocês muito linda e pura. Cuide dessa amizade tá bom meu filho? Boa noite e durma bem. - Por fim, ela deu um beijo na testa do jovem...

Nikollas estava pensando no que sua mãe disse:
- Amanhã eu vou conversar com a Raven a respeito, desde aquele dia, eu não consegui falar nada sobre aquela noite... Espero... fa..lar... Ra...v...
Ele adormece.
No dia seguinte, Nikollas acorda antes do despertador dele tocar, pois hoje é o último dia de aula e ele já estava ancioso pelas férias.
- Ainda bem que tudo acabará hoje! Mal posso esperar ficar o dia inteirinho sem colégio, só com os amigos!
Em questão de minutos, Nikollas tomou o seu banho, lavou seu rosto, tomou seu café e foi direto para a casa do Yoh.
- Filho, prometa para mim que voltará cedo para arrumar seu quarto?! - Naomi não quis perder a viagem da empolgação do seu filho.
- Prometo mãe! Tchau, te amo! - Com a boca cheia de maçã, se despede de sua mãe.
Ao chegar na casa do Yoh, não perdeu tempo:
- YOH-KUN! Bora! Não podemos nos atrasar! Gritava a plenos pulmões!
Após alguns segundos, Yoh aparece com raiva na janela (Yoh nunca perdia seu rebolado, a não ser quando o autor fosse o Nikollas)
-Akechi-kun, estamos 30 minutos adiantado! Não me venha com esse seu "atraso". - em seguida... - Entre, eu ainda vou tomar o café.
Ao entrar, Yoh, por ser a caixinha de segredos do Nikollas, procurou de alguma forma, saber o que se passava com o jovem.
- Me diga uma coisa, que horas você vai me dizer sobre a Raven? - Olhava para o "bobo-alegre" que, por sua vez, estava assustado com a pergunta.
- Co...como você sabe sobre a Raven e eu?
- Bom, eu não sabia, mas agora que você me disse, vai me contando tudo sobre o que aconteceu com vocês no aniversário dela. - Yoh nunca foi considerado o mais inteligente do grupo, mas quando se trata de mulher ou qualquer coisa do Gênero, mesmo tendo apenas 12 anos, ele tinha a mente de um homem expert!
Então, Nikollas abriu seu coração para Yoh enquanto o jovem expert tomava seu café. Após completar a história, os dois meninos já estavam próximos ao colégio. Então, Yoh só tinha uma coisa a dizer:
- Eu sempre suspeitei que gostasse dela, mas não com tanta intensidade! Eu só acho que você não poderia enrolá-la e arrumar algo para dizê-la o que realmente sente antes que seja tarde demais. - Dizia sério, apontando para alguns exemplos de casais passando pelas ruas. - No meu caso, eu não preciso falar nada, pois elas vem ao meu encontro hahahaha. - Completou sem perder o humor.
- Muito obrigado por me ajudar, falando sobre o seu sucesso com as garotas Yoh-kun, mas eu vou dizer a... - Nikollas estava prestes a terminar sua fala quando de repente...
- Posso saber o que vocês estão conversando hein garotos? - Era Raven, sua voz inconfundível arrepiava todo o corpo do Nikollas que, rapidamente, virou-se para ela, mas quem realmente falou, foi Yoh:
- Bom, eu acho que vocês tem muito o que conversar né Akechi-kun? - Ele dizia dando uns tapinhas nas costas do jovem Akechi e, em seguida, bateu em retirada junto com mais 3 garotas que, naquele instante, estavam esperando por ele.

Uma rápida troca de olhares foi inevitável, porém Nikollas sempre declarava derrota simplesmente por não conseguir encará-la.
Pra variar, Raven tomou a iniciativa:
- O que o Yoh-kun quis dizer com "eu acho que vocês tem muito o que conversar" ?
- Bom, eu quero te falar sobre...
- Tan tan tan tan.... tan tan tán tan - Nikollas era salvo pelo sinal do colégio...(OFF:Tentei imitar o sinal dos colégios de lá rs)
- É melhor nós irmos para a classe, depois a gente toma esse assunto.

Enquanto isso, um misterioso ser, ficava em cima de uma árvore que dava para ter uma boa visão sobre a classe em que o jovem Akechi e seus amigos estudam.
- Será ele o jovem que o viu? Geralmente ele sempre mata as pessoas que o vê. O que será que ele quer com aquele garoto e o que ele deve ter dito ao menino?
Várias perguntas e nenhuma resposta.
Nikollas sentava-se sempre no canto da sala, com a vista pela janela. Ele sentiu uma sensação estranha e, ao olhar para o lado de fora da classe, como de costume, percebeu que havia algo estranho na árvore que sumia como mágica.

-Será que naquele dia na casa da Raven, aquele homem não passava de um sonho? - Um flash da conversa que teve com o homem encapuzado veio em sua mente:
- Eu sei que pode me ver e sei o que será futuramente. Daqui a 7 anos, você conseguirá o que tanto deseja e no ano seguinte, você terá o que eu tanto quero. Preste atenção garoto, estou dizendo isso para não causar um grande impacto no futuro, e sim para insentivá-lo a seguir com os seus objetivos. Nos veremos daqui a 8 anos.

- Akechi-kun... Akechi-kun... AKECHI-KUN! *TÁ!* - Ren desferiu um tapa na cabeça do jovem Akechi que foi parar com a mesma na mesa.

- Ai ai ai ai ai... Por que você me bateu?
- Yare... você vai querer ficar aqui ou vai querer ir embora conosco? Estamos indo para a lanchonete e depois iremos ao Fliperama, o que acha?
- Acho melhor eu ir embora, deixa pra próxima. Eu prometi a minha mãe que arrumaria meu quarto ainda hoje. Mas mesmo assim, obrigado pelo o convite.
- Você é quem sabe. Hoje eu vou ganhar dinheiro naquele Fliperama, vou apostar com o pessoal lá. Depois eu te conto como foi!
Nikollas começou a juntar suas coisas e, andando calmamente, foi até a saída do colégio, rumo à sua casa. Só que ele tinha se esquecido de seu novo compromisso, mas Raven não...
- Então Akechi-kun, o que você queria me dizer?
O jovem Akechi estava estático. Não sabia o que fazer. Até que...
Citação :
- Eu sempre suspeitei que gostasse dela, mas não com tanta intensidade! Eu só acho que você não poderia enrolá-la e arrumar algo para dizê-la o que realmente sente antes que seja tarde demais.

O jovem só escutava a voz do Yoh zunindo, incomodando, azucrinando sua mente. Eles começaram a tomar o rumo fora do colégio, em direção a um Playground que fica próximo a casa de ambos...

- Eu queria te dizer uma coisa que já venho sentindo a muito tempo. A muito tempo mesmo.
- Eu estou muito curiosa para saber, desde o começo da aula.
Uma pausa de uns 5 segundos se fez...
- Eu conversei com minha mãe e o Yoh-kun e... eu estou gostando de você. Sempre gostei, mas o que mais me motivou a dizer, foi o beijo que você me deu - Nikollas estava muito vermelho e dizia suas palavras olhando para o chão...
- E se eu te disser que sinto o mesmo por você? Nikollas finalmente conseguia olhar nos olhos dela depois que ela falou.
- E por que você nunca disse isso antes? Agora o jovem ficou confuso
- Bom, minha mãe sempre me ensinou que, quando você gosta de um rapaz, procure sempre esperar o momento em que ele se declare e você acabou de fazer isso hihihi.
O coração dos dois estavam a mil. Aquilo tudo era novo para os dois e, ao chegarem no parque, os dois se sentaram no brinquedo mais alto e...
- Então... Nikollas pegava na mão da Raven que, por sua vez, aceitou... - ... o motivo ao qual eu dei aquele presente a você, foi porque eu queria que aquilo simbolizasse algo importante...
Antes que o jovem Akechi terminasse, Raven o interrompeu beijando-o... em seguida:
- Simboliza sim, e muito.
Nikollas naquele momento, estava no Paraíso. Com a garota que ele gosta, o tempo voava.
- Eu queria que isso tudo nunca acabasse.
Em seguida...
- Então você, Raven, (A expressão "Chan" já não existia mais) - aceita namorar comigo?
Raven pensou um pouco...
- Claro que sim, Nikollas! - Por sua vez, Raven já não o chamava mais por "Kun".
O sol já estava se pondo e depois de muito conversar, Nikollas acompanha Raven até a casa da mesma...
- Bom, nos vemos amanhã?
- Claro. Amanhã o pessoal vai para a casa da árvore como de costume.
- É verdade... Nikollas coçava a cabeça...
Ao se despedirem...

- Não a envolva nisso... Uma voz que só Nikollas escutara.

- Hã? Você escutou isso?
Nikollas começou a olhar em sua volta para encontrar o sujeito que disse as palavras. Sem saber, Raven ficou um pouco preocupada com a reação do pequeno Akechi...

- O que foi Nikollas? Escutei o quê?
Ao perceber que Raven não sabia o que estava havendo...

- Hehehehe, deixa para lá. Enfim, se cuida tá? Tchauzinho.
Sem esperar ela despedir-se, Nikollas começou a correr...

- Por que os espíritos estão atrás de mim?
As coisas eram um pouco diferentes para o pequeno Akechi, pois, mesmo vendo os espíritos, ele nunca foi chamado por eles, apenas os via e, raramente, conversava com alguns.
Então, ele volta para o parque e...

- POR QUE VOCÊ NÃO APARECE PARA MIM?
O chamado do garoto foi como uma ordem e, sem aparecer, uma voz ecoou...

- Garoto, se você realmente gosta daquela menina, não a envolva nisso.

Nikollas toma um grande susto, pois não esperava que a "voz" acatasse o pedido.

- Mas por que?

- Não sei... Você, a uns dias atrás ficou frente a frente com um ser extremamente perigoso e não morreu... me diga você, o que tanto conversaram?

Nikollas estava sentindo bastante medo. Sem saber o que fazer, apenas uma coisa ele conseguia fazer: correr!
Em instantes, ele chegou em casa, assustado, e foi direto para sua casa, mas a voz se pronunciou pela última vez...

- Eu não sei e, por hora, não quero saber. Mas você corre perigo e você não irá envolver essa garota.

Enquanto isso, Raven estava no banheiro tomando banho e, de repente, o telefone toca.
A mãe de Raven se dirige ao telefone e ao atender...

- Aham... sei... HÃ? Sério? Arigato Sr. Kodai! Tá ok. Tchau.

Raven escutava uma gritaria de sua mãe e saiu correndo ao encontro da mesma.

- Que felicidade é essa mãe?

- Meu amor, nossas vidas irão melhorar pois.........

Nisso, Nikollas estava deitado em sua cama que, por sua vez, estava totalmente bagunçada.
Naomi, subiu para o quarto do mesmo e, ao entrar, sentiu que o seu filho estava transbordando felicidade com uma pitada de preocupação.

- Você não cumpriu com a promessa. Posso saber o porque?

- Eu estava com a Raven e... estamos namorando. Mas um espírito pediu para eu não me envolver com ela.

- Que bom meu filho! Mas...de novo essa história de espíritos meu filho? Seu pai chegará semana que vem, ai você conversará com ele sobre isso. Você já está crescidinho para acreditar nisso né? Ela beijava-o na testa e... - Agora arrume seu quarto, senão você não irá se encontrar com seus amigos, ouviu mocinho?

Em um piscar de olhos, quando Naomi saiu do quarto, Nikollas arrumou rapidamente seu quarto, deixando-o brilhando e, sem mais forças, desabou na cama.

No dia seguinte, Nikollas já estava reunido com seus amigos, menos Raven...

- E como foi lá? Acha que eu não vi você indo embora com ela? Nikollas sabia do que o Yoh estava falando, porém, ao começar a responder, a Raven chega na casa da árvore, chorando.

- O que foi Raven-chan? Por que está chorando?

Raven respirou fundo e...

- Um homem que trabalha no mesmo lugar que minha mãe ligou para casa e a promoveu para um cargo melhor no trabalho.

- Bom, eu acho que isso não é motivo para você chorar né Raven-chan,e sim comemorar! Manta, inocentemente faz com que Raven chore mais ainda.
Aos prantos, Raven consegue dizer rapidamente sem soluçar:

- Mas eu vou me mudar e nunca mais vou poder vê-los!

O Mundo desabou em cima do pequeno grupo, mas o mais afetado foi o jovem Akechi que, nos cantos dos olhos, as lágrimas iam se formando. Ele tinha perdido o chão,seu coração estava prestes a sair pela boca, mas ainda tinha forças para perguntar...

E quando você irá? - Quase que Nikollas não conseguia conter o choro.

- Agora. Minha mãe recebeu uma quantia em dinheiro do patrão dela para viajarmos ainda hoje. Eu vim me despedir de vocês. Ao despedir-se de todos, deixando Nikollas por último, ela entregou um papel para o jovem e...

- Minha mãe disse que esse será o número de casa. Me ligue tá? Por fim, ela deu o "último" beijo e saiu correndo.

- Meu mundo acabou, e agora?Por que isso tudo tá acontecendo comigo?

Todos correram atrás dela, inclusive Nikollas, para darem o "Adeus". Yoh e Ren ficaram lado-a-lado com Nikollas que estava ajoelhado, olhando o amor da sua vida indo embora em um carro. Ao virar a rua, Nikollas não conteve o choro. Sua mãe estava triste em ver seu filho abalado com a parida de Raven...
- Venham crianças, eu vou preparar algo para comerem.

Nikollas, ao entrar com os outros, se senta na mesa e, ao abrir o papel, tinha uma mensagem escrita:

Citação :
"Nikollas,

Se estiver lendo essa carta, saiba que eu estou chorando muito por tudo o que está acontecendo. Não queria que nada disso acontecesse, ainda mais agora que estávamos começando algo lindo. Eu nunca vou me esquecer de você. Abaixo está o número do telefone da nova casa. Me ligue, ok? Saiba que eu te amo muito e o anel que você me deu, nunca sairá do meu dedo.
Beijos de sua... Sempre sua...
RAVEN"

E assim, o que era o paraíso para o jovem Akechi, tornou-se na maior tormenta já sentida.

______________________________________________________________________

Off

Bom galera, desculpa a demora para escrever o 2º capítulo, mas é que aqui na cidade terá um feriado prolongado e eu precisava terminar o trabalho, pois ele envolve os colégios estaduais da cidade e, enfim, já estou escrevendo o 3º capítulo e, com certeza, vocês irão gostar. Obrigado mais uma vez por lerem e, por favor, se possível, queria que, as pessoas que lessem, me mandassem um MP para expressarem o que acharam...
Obrigado mais uma vez!

__________________________________________




(Akechi Nikollas)
Legenda:
Narração
-Pensamentos
-Falas (-Liberação)
-Zanpakutou

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Legenda da Raven:
Narração
- Pensamentos
-Falas
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June Tethys
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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Sex 7 Out - 14:38

Ohhh... Que conjunto de emoções tem este capítulo! Bom trabalho, Akechi!



Pontos: 9 pontos rank!

Estado: Em andamento



Bem, não há muito a comentar. Ainda tem alguns erros que podem ser evitados, mas a narração está muito boa! Continua o bom trabalho!

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Akechi Nikollas
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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Qua 12 Out - 16:08

Capítulo 3: O Fim de um Romane, O Começo de uma Aventura

Quatro anos se passaram desde o acontecimento trágico com Akechi Nikollas, 16 anos. O jovem Akechi já estava a um ano de terminar os estudos assim como os seus amigos.
Muita coisa mudou: seus cabelos passaram a adotar um estilo mais "descolado" ao invés do famoso "cabelo de cuia", suas roupas já faziam parte da moda que surgia, graças ao seu grande amigo Yoh e a sua visão aprimorou bastante, pois os espíritos são vistos nitidamente, pelo menos a maioria deles. Mas hoje, esse é um dia em que...

- Quatro anos se passaram desde que Raven foi embora e nada do telefone dela atender. Nikollas falava sozinho no quarto como se mais alguém estivesse fazendo companhia.
- Por que ela não me atende? Por que ela não me liga?
Nikollas ficou esses anos inteiros tentando, de alguma forma, conseguir achar a luz no fim do túnel. Aos poucos, Yoh, Ren, Manta e Anna foram conseguindo retirar a dor no coração do jovem Akechi, porém, sempre quando a data da despedida frustrante chega, Nikollas sempre se trancafiava em casa.
A única pessoa que realmente sofreu com a partida da Raven, foi sua mãe, Naomi.
- Meu filho, eu estou pensando em ir ao shopping. Você não pode ficar chorando o leite derramado para sempre. O pedido dela foi um tiro pela culatra, pois não houve resposta vindo do seu filho.
Ao ver pela janela do seu quarto a saída de sua mãe, pela primeira vez saiu do quarto e foi direto ao telefone...
- Vou ligar para o pessoal e saber o que eles estão fazendo.
Nikollas começa a discar para...

- Anna-chan? Tudo bom?
- Oi Akechi-kun, que surpresa! Estou sim. Aconteceu alguma coisa? Anna estava surpresa com a ligação do jovem, pois ele não costuma falar com ninguém nesse dia.
- Estive pensando em sairmos. Sabe se o pessoal está em casa?
- Bom, eu vou ligar para eles e depois eu retorno, ok?
Akechi pensou por alguns instantes...
- Ligue para todos e, eles indo ou não, me encontre na pracinha com o playground que fica próxima a minha casa. De lá, iremos para outro lugar, tá bom?
Sem entender absolutamente nada do que estava acontecendo, resolveu concordar com os termos.
- Você é quem sabe. Até daqui a pouco então. Tchau

Nikollas subiu para o banheiro, tomou seu banho, colocou uma bela roupa, colocou o bilhete que, estava totalmente plastificado para não rasgar, no bolso e se dirigiu ao ponto de encontro.
Trinta minutos se passaram até que Manta foi o primeiro a chegar.

- Pelo o visto, acho que você está começando a desencanar do acontecimento à quatro anos atrás. Manta também mudou. Com o passar dos anos, ele percebeu que, para ser "NERD", não precisava exatamente ficar aderindo as características de um nerd, sem falar que continuava com seus comentários desnecessários. Mas o jovem Akechi sabia lidar com esses comentários.
- Já estou trabalhando em cima disso meu caro Manta-kun.

Aos poucos, Ren aparece como se houvesse uma grande festa, pois não era de se esperar que o jovem Akechi fosse mesmo sair de casa naquela data. Ren foi o que mais teve mudanças. Ele percebeu que tinha algo que pudesse melhorar em seu corpo já que tinha um porte maior que os outros, então resolveu trabalhar em cima do seu corpo simplesmente malhando-o, mas ainda continuava com seu velho jeito de acanhado.

- Olá. Me ligaram para comparecer. Não imaginei que estaria aqui Akechi-kun.
- Fui eu quem pedi para Anna-chan chamá-los. Agora, só falta ela e o Yoh-kun chegar... Assim que Nikollas estava para terminar sua fala um ronco de motor ecoou no perímetro "deserto" que apenas os jovens garotos estavam.
Um carro vermelho, conversível estacionou no parque e...

- Não precisava do Yoh-kun vir de carro! Ele mora praticamente aqui do lado. Manta sempre retrucava as "entradas triunfais" do jovem Yoh.
- Foi ideia minha para que ele trouxesse o carro, já que Nikollas-kun não nos disse para onde iríamos...
- Pois é, sem falar que a ideia do meu amor é fenomenal! Por mais que Yoh e Anna não se batessem muito bem antigamente, resultou em um grande romance. A família de Yoh sempre foi uma família bem financeiramente e sempre fizeram os gostos do jovem, pois ele sempre fazia por merecer.
- Deus no céu e Anna na terra... resmungou Manta.
Nikollas não estava entendendo o que Anna e Yoh pretendiam...

- Já que vieram de carro, o que pretendem fazer, ou melhor dizendo, aonde pretendem nos levar?
Yoh rapidamente aparece ao lado do Nikollas e, com o braço, passa por cima do ombro do jovem, abraçando-o e dizendo:
- Se eu fosse você, eu entraria naquele carro agora e não questionaria. Virou-se para Ren e Manta... - O mesmo vale para vocês também.

Ao entrarem no carro, os jovens começaram a viajar. Yoh sempre foi um rapaz esportista e gostava de adrenalina, mas sempre cuidadoso com as pessoas que os envolvia em suas atuações. Ele estava correndo e...

[color=red]- Bom, no meu porta-malas, tem algumas coisinhas. Como eu não sei qual é a medida que vocês usam para vestir as suas roupas, eu pedi para comprar de todos os tamanhos.[/color] Yoh gritava, pois o carro estava em alta velocidade e o vento vinha contra os rostos dos jovens.
Os meninos, por sua vez, estavam sem entender o que Yoh queria dizer com aquilo.
Com o passar do tempo, a viagem estava deixando-os animados. Nikollas tinha até esquecido do "ritual" que sempre fazia na respectiva data. Tudo estava deixando-os mais unidos e, até mesmo Manta, estava com um ótimo humor.
Aos poucos, os jovens já avistavam algumas casas e sentiam aquele "cheirinho" de litoral.

- Eu não estou nem acreditando que você nos trouxe à praia, Yoh-kun!
- Precisávamos mudar um pouco a nossa rotina, já que podemos fazer muitas coisas agora que temos mais idade. Disse Anna como se a pronuncia de Nikollas fosse para ela.
Próximo a chegada na pequena vila, Nikollas observou uma criança agachada próxima a uma grande pedra situada na praia, mas o carro estava rápido rumo a uma das casas.
Ao chegarem na respectiva casa, os jovens ficaram espantados com a beleza da mesma.

- Gente, podem ir entrando que eu vou guardar o carro na garagem. Yoh dizia com bastante empolgação.
Ninguém quis questionar. Ao entrarem, cada um foi se sentando no sofá, enquanto Anna foi à cozinha buscar alguns refrigerantes que, em seguida, entregou a cada um dos rapazes.
Ao trazer as malas, Yoh jogou uma delas no meio da sala...
- Escolham um calção e vamos à praia. Depois, teremos uma festa na casa de uma prima minha. Aniversário dela de 15 anos, será uma festa daquelas e, como disse lá no carro, terão vários ternos de vários tamanhos no closet lá em cima nos quartos.

- Espero que você não esteja nos levando para uma "roubada". Se for uma grande festa, eu estou dentro. Ren, ainda sim, tinha um grande senso de humor.
Sem questionar, cada um foi escolher um calção e, em seguida, foram para os quartos se trocarem. Depois de alguns minutos, quando todos já estavam prontos, resolveram se encaminhar para a praia. O dia ainda estava ensolarado e o clima agradável. Os jovens levaram o guarda-sol, toalhas e um cooler com refrigerantes para se refrescarem durante o dia de praia.
Ao chegarem, Nikollas teve uma grande curiosidade em procurar a suposta garota na respectiva pedra.

- Pessoal, se não se importam, eu vou dar uma voltinha pela praia e volto daqui a pouco.

- Quer que eu vá com você? Yoh faz a pergunta enquanto arruma as coisas na praia.

- Melhor não meu caro amigo, eu não vou demorar. Mas mesmo assim, obrigado por conceder a sua companhia, mas... Nikollas olhou para Anna... - ... tem gente que precisará mais da sua companhia do que eu. hehe

Ao caminhar, Nikollas aproveitava a paisagem junto a sua lata de refrigerante.
- Tem muita coisa que eu poderia me preocupar ao invés de preocupar com algo que nunca mais acontecerá. Pensava na vida, enquanto se aproximava da grande pedra. - Não há coisa melhor na vida do que viver. Preciso seguir em frente com a minha vida. Provavelmente a Raven já deve ter seguido com a vida. Nisso, Nikollas, ao olhar para as areias da praia, ele encontra uma concha negra.
- Que linda... Dizia enquanto a pegava e retirava um pouco de areia que nela continha.
Após alguns minutos, Nikollas chegara a grande pedra e, lá estava. A mesma garota, sentada, olhando para o horizonte. Nikollas percebeu que a garota era um espírito. Já acostumado com a presença deles, o jovem subiu na grande pedra, sentando-se praticamente ao lado do espírito. Já o espírito, achando que o jovem não conseguia vê-la, não se moveu e nem se incomodou com a chegada do jovem Akechi.
Sem olhar para ela...

- Eu me pergunto, por que você fica o tempo todo olhando para o horizonte? A pergunta resultou em um grande susto por parte da garota. Em seguida...
- Será que posso fazer companhia à você?

- Eu... Você consegue me ver? Ao se tranquilizar... - Claro! Ainda mais que você é a primeira pessoa que conversa comigo desde o dia em que morri.

- E qual é o seu nome?

- Teepha, e o seu? Perguntava ainda acanhada..

- Prazer Teepha, meu nome é Nikollas. Não precisa ter a cordialidade em me chamar por Kun ou qualquer outra expressão, ok? As palavras do jovem eram confortantes para a garotinha.
- Ainda não me respondeu a pergunta que fiz. Por que está aqui olhando para o horizonte esse tempo todo? A pergunta do jovem Akechi foi dirigida a ela enquanto ele a olhava. Ela estava com trajes de banho.

- Uma das coisas mais lindas que esse mundo tem, é o mar. Mas toda beleza tem seu lado "feroz" e, consequentemente, fui vítima da fúria dele. Dizia enquanto continuava com sua visão fixa ao mar...

- Quer dizer que... você se afogou? Sinto muito.

- Obrigada, mas eu não morri afogada. Eu fui pega por uma espécie de monstro. Ele ainda me aterroriza.

- De que monstro você está falando? Nikollas estava curioso em saber...

- Como você aparenta não ser daqui, eu te direi. Ela se tremia um pouco...
- Ele vem do mar, transmitindo o medo como se fosse o mesmo fosse o seu cheiro. Por isso que eu fico olhando para o mar, para simplesmente, o monstro não me pegar.

Nikollas insistiiu uma "saída" para os problemas dela, perguntando:
- E por que você não sai daqui? Nikollas ao perguntar, percebeu que uma espécie de corrente estava fixa, com uma das pontas, no peito da garota, enquanto a outra ponta encontrava-se presa em torno da grande pedra.
-Eu preciso dar um fim nesse monstro, pois a praia sempre foi bem frequentada. Agora que ele apareceu, todos saíram daqui, deixando a praia totalmente deserta. Ai sim, poderei descansar em paz. Eu estive conversando com um shinigami e ele resolveu me ajudar, mas ele nunca mais apareceu e isso já faz 7 dias.

Nikollas ficou espantado quando a garotinha disse a palavra "Shinigami". O significado da palavra shinigami é "Deus da morte" e, por mais que Nikollas conseguisse ver os espíritos, ele ainda duvidava da existência de um Shinigami.

- Já que existe realmente um shinigami, por que você não foi levada por ele, já que o shinigami é o deus da morte?

A criança sorria ao escutar a pergunta do jovem Akechi.

- Eu só descansarei em paz quando eu conseguir completar o meu objetivo.

Nikollas ficou curioso em saber aonde ficava o shinigami...

- O Monstro... ele costuma aparecer quando?

Teepha olhou para Nikollas, se preocupando com o que poderia acontecer.
Enquanto isso, Manta olhava para seu relógio.

- Já faz uma hora que o Nikollas saiu. O que será que aconteceu com ele?

Yoh, por sua vez, resolveu agir.

- É melhor eu procurá-lo. Preparem-se, pois daqui a pouco teremos que voltar para casa, pois teremos uma festa para curtirmos. Nisso, Anna se vira e diz:
- Então, não demore tá? Anna dá um beijo em Yoh e, novamente se vira de bruços para continuar com o seu bronzeamento
Yoh se levantava da cadeira de praia e começa a seguir pelo mesmo caminho que Nikollas, pelas pegadas que foram feitas por ele.
Ao seguir os passos do jovem Akechi, Yoh percebe que o seu amigo não havia se distanciado do pessoal, pois ele o avistava em cima de uma grande pedra, sentado, olhando para o mar. Aproximando-se da pedra...

- Nikollas-kun, que demora é essa? Vai me dizer que está pensando na Raven novamente? Dizia enquanto subia na pedra.

Nikollas, por sua vez, sabia que os seus amigos não tinham o mesmo dom que ele, então...

- Teepha, ele não consegue te ver e, provavelmente eu terei que ir, então, fique tranquila que eu vou procurar esse tal shinigami e a ajudarei a se libertar e poder descansar em paz. Dizia aos sussurros para que Yoh não escutasse.

- Sério? Você vai me ajudar? Arigatogozaimashita Nikollas! Ela o agradecia com os olhos brilhando.

- Já passou da hora de nós irmos. Mas enfim, quer conversar sobre algo? Yoh sabia que, mesmo o jovem Akechi podendo ter saído do seu "ritual" anual, ainda haveria um pequeno desabafo.

- Vamos para casa, no caminho eu te conto. Nikollas se levanta deixando a concha negra que havia encontrado antes com o intuito da pequena Teepha perceber.

Ao caminharem, Yoh queria acabar imediatamente com o assunto.

- Olha Nikollas-kun, eu entendo que você gosta dela. Percebi isso desde quando as garotas do colégio me pediam para lhe apresentar para elas, mas mesmo assim, você as rejeitava. Se algum dia você quiser encontrá-la, me chame. Eu o levarei lá.

Quando Yoh terminou de falar, Nikollas não sabia se aceitava ou se recusava o favor do seu grande amigo.

- Muito obrigado por se importar comigo Yoh, mas... *CABOOMM* (Um estrondo foi escutado pelos dois garotos.)

- O que foi isso? Yoh estava preocupado.
Uma névoa de areia se levantou e vinha do lado de onde estavam os outros jovens.
- Não sei, mas parece que vem de onde está o pessoal. Disse Nikollas enquanto retirava alguns vestígios de areia nos olhos...
Ao terminar de limpar, Nikollas olhava Yoh correndo a toda velocidade...

- Yoh-kun, ESPERE! O jovem Akechi começa a seguir o seu amigo a toda velocidade.
Chegando lá, Nikollas estava ofegante, pois mesmo correndo a toda velocidade, não conseguiu pegar o atlético Yoh que, por sua vez, estava amparando os amigos que estavam estirados no chão.
Quando a névoa de areia abaixou, Nikollas se deparou com um grande monstro: cerca de 2 metros e meio de altura, braços enormes e, o que destacava, era uma espécie de máscara que o monstro usava.

- SAIAM DAÍ! Nikollas percebia que, enquanto gritava para todos sairem, nenhum deles entendiam o motivo, pois eles não enxergavam o monstro.
Então, Nikollas sai correndo em direção ao Manta e Ren que estava próximos ao mar, enquanto Yoh carregava Anna para o guarda-sol que estava fixado junto as coisas que eles carregaram para a praia.

- Precisamos sair daqui e rápido. Levantava Manta e, em seguida, Ren que acabara levantando-se sozinho, carrega Manta que tinha um arranhão na perna.

Nisso, o monstro se vira para o jovem Akechi.

- Sinto uma grande força espiritual. Eu vou te devorar!
O monstro se dirigia ao jovem Akechi. Por sua vez, Nikollas estava estático, não sabia o que fazer. Quando o monstro preparava-se para dar o bote...

*TCHIIIIN*

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhh!!!!! O Monstro gritava após ser cortado por uma espada.

Nikollas olhou para o ser que desferiu o golpe no monstro. Um homem, cabelos negros, cerca de 1 metro e noventa, vestido com um kimono de cor preta.

- Vai me pagar por ter feito isso, SHINIGAMI!

- O Monstro falou "Shinigami"?

- É hora de libertá-lo desse pesadelo, Hollow! Jogou seus cabelos negros para trás, com um olhar bastante confiante... - É bom que eu aproveito mais o meu dia de folga!

- Então aquele monstro é chamado de... Hollow?! Esse cara será mesmo um shinigami? Ele nem tema presença de um ser temível.

- Desde quando conseguirá me derrotar? Nunca foi capaz e nunca será!
O Hollow, bate suas duas mãos no chão, fazendo com que, novamente, uma névoa, mais densa, de areia se formasse.
Nikollas estava assustado com tudo aquilo, principalmente os seus amigos, pois cada um pensava em "Como essas "explosões" se formaram?" .
Quando a névoa se dissipou, o hollow havia sumido, porém, o shinigami estava se lamentando.

- O desgraçado fugiu novamente... Coçava a cabeça com força ao dizer...

- Shinigami-san... Nikollas pronunciou-se.
- Você consegue me ver? Conseguiu ver também o Hollow?
Disse o shinigami espantado com a surpresa...
- Claro! Enfm, preciso muito da sua ajuda e, como o senhor é o deus da morte, acho que terá que aceitar o meu pedido.


Os dois se olham, enquanto os amigos do jovem Akechi reparam o mesmo olhando para um vazio.
Será que o shinigami aceitará o pedido do Nikollas? Não percam o próximo capítulo da saga do jovem Akechi Nikollas.


OFF:

Mais um episódio feito! Espero que gostem. Deixei o final com aquele sentido de continuação, para entreter vocês leitores.
Enfim, mandem-me um MP fazendo uma crítica quando terminarem de ler, ok?
Obrigado!

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(Akechi Nikollas)
Legenda:
Narração
-Pensamentos
-Falas (-Liberação)
-Zanpakutou

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Legenda da Raven:
Narração
- Pensamentos
-Falas
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June Tethys
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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Qua 12 Out - 17:59

Estou a gostar... Quero ver mesmo a continuação! Bom trabalho e boa sorte!



Pontos: 9 pontos rank

Estado: Em andamento



Mais uma vez, não há muito a dizer. Espero que continues assim... Quer dizer, espero que melhores ainda mais! Kufufufu!

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"Mais uma vez, sou a mais velha... Mais uma vez, tenho crianças para proteger... Será... Será que o meu destino me deixará em paz desta vez?"


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Akechi Nikollas
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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Qua 19 Out - 16:06

Capítulo 4: Não seja Egoísta, Faça seu trabalho!

Recapitulando os últimos momentos do episódio anterior...

Citação :
- Sinto uma grande força espiritual. Eu vou te devorar!
O monstro se dirigia ao jovem Akechi. Por sua vez, Nikollas estava estático, não sabia o que fazer. Quando o monstro preparava-se para dar o bote...

*TCHIIIIN*

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhhhh!!!!! O Monstro gritava após ser cortado por uma espada.

Nikollas olhou para o ser que desferiu o golpe no monstro. Um homem, cabelos negros, cerca de 1 metro e noventa, vestido com um kimono de cor preta.

- Vai me pagar por ter feito isso, SHINIGAMI!

- O Monstro falou "Shinigami"?

- É hora de libertá-lo desse pesadelo, Hollow! Jogou seus cabelos negros para trás, com um olhar bastante confiante... - É bom que eu aproveito mais o meu dia de folga!

- Então aquele monstro é chamado de... Hollow?! Esse cara será mesmo um shinigami? Ele nem tema presença de um ser temível.

- Desde quando conseguirá me derrotar? Nunca foi capaz e nunca será!
O Hollow, bate suas duas mãos no chão, fazendo com que, novamente, uma névoa, mais densa, de areia se formasse.
Nikollas estava assustado com tudo aquilo, principalmente os seus amigos, pois cada um pensava em "Como essas "explosões" se formaram?" .
Quando a névoa se dissipou, o hollow havia sumido, porém, o shinigami estava se lamentando.

- O desgraçado fugiu novamente... Coçava a cabeça com força ao dizer...

- Shinigami-san... Nikollas pronunciou-se.
- Você consegue me ver? Conseguiu ver também o Hollow?
Disse o shinigami espantado com a surpresa...
- Claro! Enfm, preciso muito da sua ajuda e, como o senhor é o deus da morte, acho que terá que aceitar o meu pedido.

O shinigami, guardando sua Zanpakutou, olha para o jovem Akechi que, por sua vez, começa a falar.

- Eu preciso que ajude um espírito a libertar-se... Quando Nikollas estava terminando de dizer, o Shinigami interrompe.

- Se você estiver falando da menininha que está em uma grande pedra a uns 500 metros daqui, pode deixar. Esse é o meu trabalho, só que eu não costumo fazer as coisas contra a vontade da pessoa. Dizia enquanto retirava alguns vestígios de areia que estava em seus cabelos e vestes...
- Se ela continuar assim, ela acabará se tornando um Hollow.

Nikollas estava bastante transtornado.

- Como pode um espírito como aquela menina, virar um monstro daqueles? Pensava o jovem Akechi até que...

- Pela sua expressão, eu tenho certeza de que não sabe o porque que os espíritos se tornam hollows. Já que pode me ver, eu acho que não terei problemas em te contar Novamente, retira sua Zanpakutou e começa a se olhar pela lâmina da espada.
- Quando os espíritos se perturbam ou ficam insatisfeitos e, principalmente, quando aquela corrente é totalmente é "devorada", o mesmo se torna um Hollow. Se você conseguiu reparar, a corrente dela está presa por toda a pedra, porém, a corrente está totalmente corroída. Ela tem pouco tempo para decidir ou então ela se tornará um Hollow e, consequentemente, ela sofrerá.

Nikollas estava totalmente preocupado com a menininha...

- Ela disse que só poderia sair daqui quando ela conseguisse acabar com o problema que está fazendo com que as pessoas... Novamente o shinigami interrompe...

- Sinto muito, mas ela não tem o que querer. Ela tem que aceitar que morreu e tem que estar no local onde tinha que dirigir-se. Enfim... Dessa vez, Nikollas foi quem interrompeu.

- Você vai deixar com que ela se torne em Hollow? Você é mesmo um shinigami? Nikollas se aproximara do shinigami e, em seguida, puxou o mesmo pelas vestes negras.
O Shinigami mudou totalmente o semblante e, rapidamente, empurra o jovem Akechi que parou a uns 3 metros para trás...

- Nunca mais encoste em mim. Você tem sorte que eu não posso matá-lo e não sabe do que sou capaz. Eu vou fazer o meu trabalho, do jeito que eu sempre fiz e não será um humano que irá ditar as regras. O shinigami disse e, sem esperar uma resposta do jovem Akechi, some do nada.

Os amigos do jovem Akechi veem tudo o que acontece com o mesmo e, já sabendo que o Nikollas estava conversando com espíritos, levantaram-se e...

- Eu quero saber, O QUE FOI ISSO?? Era nítido o desespero do jovem Manta.

- Nikollas-kun, com quem estava conversando? Yoh, apesar de tudo, era o único que acreditava 100% no Nikollas.

- Ele denomina-se como shinigami. Mas é um cara trajado com kimono preto e carrega uma espada samurai. Nikollas queria que essa tensão acabasse...

- Galera, vamos embora. Não foi nada demais e temos uma festa para irmos... Nikollas, se vira para o Yoh... - Certo Yoh-kun?

Com um olhar de concordância, Yoh, com a ajuda do restante dos amigos, pegaram as coisas de praia e voltaram para a casa.

O sol estava se pondo e os jovens estavam se arrumando para a suposta festa.

Ren estava na sacada do quarto e via algumas pessoas se encaminhando para a festa. Várias garotas e, mais ainda, rapazes. Nisso, uma pessoa aparece por trás dele e...

- Vocês tem sorte de estarem solteiros. A Festa será ótima para quem não namora... Era o Yoh que tinha se aproximado... - Mas isso não quer dizer que eu não esteja feliz, pois eu acabei gostando da Anna. Completou Yoh ao se apoiar no murinho da sacada.

Ren olhou para Yoh com uma cara de desânimo e, novamente, dirige sua visão para os convidados da festa.

- Eu não tenho a facilidade de me aproximar de uma garota como você e o Akechi-kun, pelo o fato de eu ser muito grande. As pessoas me tratam diferente por eu ser mais calado. Ren passa a mão em seus cabelos grandes e completa.
- Mas ao mesmo tempo, eu não me incomodo com isso, eu digo isso porque eu sinto que não é a hora. Diferente de vocês, eu penso que, pra mim, só haverá apenas uma.

Nisso, Yoh olha para Ren e...

- Tá me dizendo que acredita em Amor a primeira vista Ren-kun?

Ren começara a ficar envergonhado com a conversa, mas Yoh tratou logo de ajudá-lo.

- Eu sei como estás pensando amigo. Colocando a mão no ombro de Ren, prossegue...
- Eu pensava dessa forma, até que, quando eu encontrei a minha primeira namorada, pensei que seria a última também. Só que, tudo o que pensamos, sonhamos, desejamos, nem sempre se enquadra com a realidade. Me decepcionei completamente com ela e, quando eu percebi que poderia melhorar minha aparência, acabei me tornando o que sou hoje. Antes eu me orgulhava do que eu era após ter me decepcionado. Hoje eu já penso diferente depois que passei a namorar a Anna. Ao tirar a mão do ombro de Ren...
- Não quero fazer a sua cabeça, mas se você puder, tente mudar seu pensamento, pois isso uma hora ou outra, acontecerá contigo também. Yoh olha o relógio no seu pulso...
- Vou tomar um banho, faça o mesmo ou as gatinhas não irão se aproximar de você hahaha Dizia enquanto cheirava Ren que, ainda estava com um pouco de areia no corpo que cheirava a mar.
- Seu.... Antes que pudesse terminar de falar, Yoh já havia saído as pressas.

Ao anoitecer, os jovens já estavam prontos para a festa, menos Anna que ainda estava dando os "toques finais" . Enquanto isso, os 4 jovens, Manta, Ren, Yoh e Nikollas, conversavam sobre o ocorrido...

- Eu não entendo como aquilo tudo aconteceu?! Manta era o mais "realista" da turma.

- Bom, espero que nem queira entender, afinal de contas... Nikollas bebia uma espécie de cerveja.
- Tem muita coisa que envolve forças maiores. Eu não quero me meter, pelo o incrível que pareça.

Manta, como sempre, resolveu retrucar.

- Queria eu ter esse seu dom de ver as coisas. Se é que você realmente vê.

- Eu me pergunto se aquele acontecimento ocorrerá na festa... Afinal de contas, pelo o que eu vi na sacada, a festa será próxima à praia. Ren, pela primeira vez na vida, disse uma coisa que fez com que todos pensassem na probabilidade de que isso pudesse acontecer.

- Como o Nikollas-kun falou, existe um shinigami, e shinigami significa "deus da morte". Acho que ele resolverá esse assunto, pois, assim que ele supostamente apareceu, as "explosões" acabaram.
Yoh convencia todos, menos Nikollas, mas ele já esperava em não conseguir.

- Espero que esteja certo meu caro Yoh-kun. Dizia Nikollas com a lata de cerveja na mão... em seguida...
- Cadê a Anna-chan?

- Vocês homens não sabem o quanto é difícil uma mulher se arrumar...
Era Anna descendo as escadas. Ela estava tão formidável que todos, todos mesmos, estavam boquiabertos com a beleza que a jovem transparecia.
Olhando para Ren, Yoh disse:

- Por isso que eu mudei a minha cabeça...Disse enquanto abraçava Anna. Apenas Ren entendeu o que Yoh quis dizer.
- Vamos, pois eu quero chegar com vocês da forma mais triunfal.

Ao entrarem no carro, Nikollas sentiu uma sensação familiar...

- É a mesma sensação de quando eu estava no colégio a quatro anos atrás.
Então, o jovem Akechi começou a olhar por todos os lados sem ter sucesso em achar o ser familiar.

Após alguns minutos, o grupo de jovens chegam na festa. Tudo no maior requinte, coisa de outro planeta. As pessoas olhavam para os jovens que chegavam de carro. Muitas garotas olhavam, mas os rapazes também não desgrudavam os olhos de Anna.
Estacionando o carro, uma garota com um belo vestido preto aparece.

- Achei que não viria, Yoh Asakura. Tem umas amigas minhas querendo te conhecer! A jovem garota abraçava-o enquanto Anna ficava apenas observando com uma cara não tão boa...

- Agradeço a preocupação Ino e... olhando para a Anna que ainda não mudava sua expressão, porém com uma cara mais "sínica" completou... - Mas eu estou muito bem acompanhado. hehe.... Coçava a cabeça. Olhou para os outros e os apresentou.
- Ino, quero que conheça os meus amigos: Nikollas, Ren, Manta e... a minha namorada, Anna. Todos acenaram para ela e a parabenizaram...

- É um prazer conhecê-los e aproveitem a festa. Ah... Desculpe a minha indelicadeza. Você é a namorada dele...
Sem graça, a jovem aniversariante se desculpava com Anna.
Por sua vez, Anna não ligou com o comentário da Ino e com um sorriso disse:
- Eu conheço o namorado que tenho, por isso que não é novidade para mim esses tipos de coisa...
Ino começou a rir e rapidamente manifestou-se...
- Pois então você precisa saber de algumas coisas dele... com uma cara maléfica, puxou Anna e, em seguida...
- Vão se divertir garotos, eu vou roubar a Anna de vocês!

Os 4 rapazes ficaram olhando as duas correndo, ficando sem nenhuma ação.
Então, Manta, que estava muito bem arrumado, disse:

- É, quem quer andar?
Todos concordaram e saíram.

Com o decorrer da festa, os jovens que, no começo estavam juntos, começaram a separar-se. O primeiro deles foi Nikollas. Ele caminhou em direção a uma varanda que dava acesso à praia e, escorado em um pequeno muro, começou a observar o mar até que viu uma pessoa deitada na areia.
Nikollas tentava olhar para a pessoa e, com isso, ver se ela é uma pessoa familiar, mas a pouca iluminação o atrapalhava.
Então, o jovem Akechi resolveu se aproximar. Sem que a pessoa percebesse, Nikollas sentou-se ao lado dela. Ao olhá-la, Nikollas a reconheceu na hora. Era...

- Ino-chan?! O que faz aqui?
Ela toma um pequeno susto e, quando o reconheceu, ela sorriu um pouco sem graça e respondeu:

- Você é o amigo do meu primo né? Ele me falou muito sobre você. Bom, respondendo a sua pergunta, olhe para trás. Nikollas olhou para trás como Ino havia pedido e...

- O quê que tem? Confuso, se virou para Ino.

- Essas pessoas não são meus amigos. Apenas são conhecidos da família. Eu queria ter uma grande festa, com amigos! É complicado falar isso para você, pois tanto você quanto eu, não nos conhecemos.
Nikollas, por alguns rápidos instantes, pensou e, em seguida:
- Bom, que tal você ter o seu primeiro amigo? Será que eu me encaixo nesse padrão de amigos que deseja ter? Ele dizia com um belo sorriso estampado.
Ela retribuía o sorriso com um abraço. Ao sentir o abraço, o corpo quente do jovem Akechi, ela o olhou nos olhos e...

- No momento eu preciso de uma pessoa que me acolha.
Sem saber o que fazer, Nikollas deixou com que ela deitasse em seu colo. Ino sempre foi uma garota linda. Cabelos negros, grandes e lisos, olhos escuros e um corpo que muita garota, com mais idade que ela, costumavam ter inveja.
Acariciando seus cabelos, Nikollas começou a conversar com a Ino e, com o passar do tempo, Nikollas sentia uma sensação muito familiar, porém não era uma boa sensação.
Rapidamente, Nikollas se levantou, levantando também a Ino e disse:

- Você precisa sair daqui imediatamente.

- Mas... Quando ela ia falar, Nikollas a interrompeu.
- Nada de "Mas", vá logo! Rápido!! Eu irei logo em seguida, por favor!
O tom de voz do jovem Akechi assustava a garota, Mas já era um pouco tarde.

O monstro, que denominaram ser um Hollow, aparecia, ficando frente-a-frente com o jovem Akechi.

- Você vai pagar pelo o que aconteceu mais cedo jovem de grande espírito!

"Acostumado" com a presença do Hollow, Nikollas conseguia raciocinar. Nisso, o monstro preparou-se para atacar. Como Ino estava bastante próxima do Nikollas, o jovem Akechi a empurrou e, em seguida, pulou para o lado oposto. Um buraco se fez após terem pulado e Ino ficou totalmente estática. O barulho assustou também os convidados da festa que começaram a correr sem saber o que estava acontecendo.

- Saia daqui! Gritava Nikollas para que Ino tentasse ao menos, se mover.

- Pelo o visto, ela deve ser importante para você... Dizia o Hollow enquanto pegava-a.

- Socorro! Socorro!

O pedido de socorro resultou em uma aparição que, poderia ser a melhor delas.

- Solte-a agora Hollow ou eu vou acabar com você!
A voz foi reconhecida por Nikollas que sem saber o que fazer, apenas falou:

- Ajude a Ino!

Antes que O shinigami fizesse qualquer ação para salvar a jovem, o Hollow foi mais rápido e o acertou em cheio, jogando o shinigami a uns 10 metros, batendo no muro que separava a praia da casa da Jovem Ino.

- Ai! essa doeu bastante...

Nisso o Hollow começou a se encaminhar para um lado que, Nikollas conhecia. Quando deu por si, Nikollas desesperou-se e ajudando o shinigami a levantar-se, disse:

- Sabe aquela menina que fica em cima de uma grande pedra? O tal Hollow está indo para lá! Temos que salvar a Ino e a Teepha o quanto antes!

O Shinigami se soltava dos braços do jovem Akechi e disse:

- Eu já disse que não vou seguir suas "ordens"!

Nikollas estava sem paciência, então,...

- Shinigami nada! Você não passa de um mesquinho que, por ter o poder de um shinigami, acha que pode fazer o que quiser e na hora que quiser. Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades e você tem que proteger os espíritos já que você é o tal.

O shinigami estava pensativo. O que o Nikollas falou, o impactou, mas ainda sim não sabia o que fazer.

Então ele resolveu pronunciar-se.
Nikollas não queria perder tempo e, enquanto o shinigami falava, Nikollas avistava a espada do shinigami no chão e, como o mesmo estava distraído falando dos problemas dele, Nikollas pegou a espada e saiu correndo em direção ao Hollow.

- Se você não quer salvá-las, tem quem queira! Pensava Nikollas, que estava se aproximando do Hollow que, por sua vez, já estava próxima a grande pedra.

Os gritos da Ino e da Teepha eram desesperadores. Nikollas se tremia ao máximo, mas tinha algo nele que o motivava.
Sem pensar duas vezes, Nikollas desferiu um grande corte nas costas do hollow, que foi ao chão, soltando a Ino a uns 3 metros que desmaiara. Teepha gritava em socorro e, ao ver Nikollas, disse:

- Foi ele Nikollas! Foi ele quem espantou todos da praia!

Nikollas continuava se tremendo e, o hollow se levantou enfurecido e disse:

- MORRERÁ AGORA SEU VERME!

Segurando a espada firmemente, Nikollas fechou os olhos sem conseguir se defender. Quando o hollow estava para acertar o Nikollas, o shinigami acertou um belo chute na máscara branca do hollow, jogando-o mais longe que o hollow o jogou anteriormente.
Olhando para o Nikollas, disse:

- Agradeço por abrir meus olhos mas eu te peço uma coisa: nunca mais, pegue na minha zanpakutou, fui claro? disse o Shinigami tomando a Zanpakutou da mão do jovem Akechi. Em seguida:
- Me dê alguns minutos. o Shinigami sumia da visão do Nikollas e, aparecia em cima do Hollow, furando a máscara dando um golpe perfurante com a Zanpakutou. Em instantes, o Hollow foi brilhando e sumindo aos poucos.
Tudo tinha sido tão rápido que, nem Ino ainda havia acordado.
Aproximando-se de mim, o shinigami estendeu sua Zanpakutou e disse:

- Com a ponta do cabo da minha Zanpakutou, eu quero que você toque na testa da menina que está presa na pedra. Acho que você merece fazer isso por ela, já que você a salvou.

Sem entender muito bem, Nikollas fez o que o shinigami pedia.
Nisso, a Teepha aceitou o toque do cabo da Zanpakutou em sua testa e disse em seguida:

- Eu nunca me esquecerei do que fizeste por mim. Muito obrigado Nikollas-kun!

Aos poucos ela também ia sumindo.
Nisso, o shinigami aproximou-se do jovem Akechi e disse:

- Ela agora está em um lugar melhor. Fique feliz pelo feito. Bom, eu vou relatar para meus superiores sobre você. Muito obrigado. Olhando para a Ino, o shinigami completou:
- Agora, leve-a para a casa dela, eu fiz com que ela perdesse a memória do momento em que ela foi sequestrada.

Nikollas então, fez o que foi pedido e o shinigami, sem despedir-se, foi embora.

O jovem Akechi pegou Ino pelo colo e começou a caminhar de volta para a residência e sentia que toda aquela sensação ruim foi dizimada do local. Após caminhar durante três minutos, Yoh, Manta e Ren aproximavam-se do jovem Akechi.

- Minha prima está bem Nikollas-kun? Yoh perguntava desesperadamente.

- Calma Yoh-kun, ela apenas precisa descansar. Por sua vez, Nikollas tentava acalmá-lo.
Então, Ren viu que Nikollas estava nas últimas e disse:

- Caso queira, eu posso carregá-la para você Nikollas-kun. Você está cansado.

- Muito obrigado Ren-kun, mas não precisa. Obrigado mesmo.

Após chegarem na residência, todos estavam olhando para Nikollas que carregava Ino em seus braços e, como era de se esperar, ninguém entendia bulhufas do ocorrido. Então, subindo as escadas e, em seguida, entrando no quarto dela, Nikollas a deixou sobre a cama e...

- Se cuida Ino... Nikollas disse próximo ao ouvido dela e em seguida, a beijou na testa.

Os funcionários da casa, agradeceram por ajudá-la e um deles disse ao Nikollas:

- Muito obrigado por ajudá-la. Quando ela acordar, tenha certeza que direi o que o senhor fez por ela.

- Não seja para tanto. Eu só fiz o que eu deveria ter feito. Dizia Nikollas, coçando a cabeça envergonhado. Não sabiam eles o que realmente o jovem Akechi tinha feito.

Ao saírem da casa, os jovens se encaminhavam para o carro.

- Tirando o fato daquelas explosões novamente terem nos transtornado, a festa foi incrível. Dizia Manta com muita animação por conta do efeito do álcool.
Todos concordaram com o jovem, até mesmo Nikollas.

Nisso...

- Está próximo o dia em que você terá tudo o que quer meu jovem... A voz mais calma e sem nenhum sentimento, pronunciou-se....


Fim do capítulo
--------------------------------------------------
OFF:
Bom, novamente, desculpa a demora, pois o Enem está me matando! heheh
Espero que gostem!

Mandem MP para mim para criticarem sobre o capítulo.
Obrigado gente e até a próxima!

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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Qui 20 Out - 11:09

Mais uma vez, fizes-te um bom trabalho! Estou a gostar do rumo da tua história! Kufufufufu! A curiosidade está a matar-me! (metaforicamente, lol)



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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Dom 30 Out - 21:48

Capítulo 5: O Destino de ambos.


Duas semanas se passaram desde que eles voltaram da casa de praia da família de Yoh Asakura e os jovens estavam se preparando para o destino da vida deles. Nesse tempo pós praia, os jovens não costumavam se ver durante a semana, pois o foco de todos eram as provas que decidirão em qual universidade eles serão selecionados. Dificilmente, uma vez ou outra, eles se viam para trocarem as novidades.
Pela primeira vez, depois de 4 anos, a família Akechi estava reunida. Hidemitsu, seu pai, é um grande oficial da polícia e sua irmã, Kaede, tornou-se, também, uma oficial e, consequentemente, a reunião em família tornava menos frequente, o que reduzia as conversas entre eles. Apesar da ausência, o "gelo" entre eles sempre era quebrado com o decorrer do tempo e quem abriu o diálogo foi Hidemitsu:

- Vejo que você anda estudando muito, Nikollas-kun. Você pretende ir para qual universidade? Já escolheu?

- Bom Tou-san, eu pensei em facultar em Tókyo. Farei psicologia por motivos pessoais e, em Tókyo, creio eu que terei mais suporte para seguir o curso.

- Seria uma boa se você tornar-se um oficial da polícia assim como nós. Passava Kaede, dando um cafuné na cabeça do jovem Nikollas.

- Digamos que eu queira aprender a entender as loucuras que as pessoas desse mundo cometem. Dessa vez, Nikollas jogou a indireta para Kaede que, por sua vez, retrucou:

- Tá me chamando de louca é? Eu vou te mostrar quem é louca aqui... mostrando o que eu aprendi na polícia. VEM CÁ!
Kaede voava em direção ao Nikollas, começando a "esmurrá-lo" (Imaginem uma poeirinha no chão e, Nikollas e Kaede estão dentro dessa poeirinha trocando alguns tapas, claro que é apenas a Kaede que está batendo.)

- TOOOOOOOOOUUUUU-SAAAAAAANN!!! SOCORRO!!!

Todos começaram a rir, principalmente o pequenino Shinta.

- Pega o Nee-san, Onee-chan, pega! batia palmas incentivando-a...

- As provas são amanhã, certo? perguntava ao Nikollas, segurando-o com uma "gravata".

- argh.... sim! sufocado, ainda consegue responder...

Aos poucos, Kaede o solta e, em seguida, diz:

- Estou torcendo por você Nee-san. estendia a mão para levantá-lo.

- É melhor você ir dormir e, amanhã eu o levarei para fazer a sua prova, está certo?

- Arigato Onee-chan. Nikollas olhou para todos em seguida e disse:

- Bom, eu vou indo então. Preciso descansar. Boa noite a todos.

Então, Nikollas, sobe para o seu quarto e, depois de uns vinte minutos, ele se deita na cama.

- Amanhã tudo se resolverá... Assim, Nikollas fecha os olhos e, minutos depois, pega no sono.



No dia seguinte...

- ACORDA SOLDADO! Kaede praticamente pula em cima do Nikollas que, por sua vez, nem sonhava em esperar algo como aquilo.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhhHHHhhhhH!!!!!

- Você tem 10 minutos para se arrumar e descer para tomar o seu café da manhã. Preparei uma bela vitamina para você!

Bêbado de sono, Nikollas olha para o seu relógio.

- ONEE-CHAN! São cinco horas da manhã! Me deixe dormir.... Batia a cabeça no travesseiro, suplicando para dormir mais cinco minutos, se possível.

Então, Kaede puxa o forro da cama, jogando o jovem Akechi ao chão.

- Eu queria ser boazinha, agora você terá cinco minutos para se arrumar, tá ouvindo? Ela dava uns três tapinhas nas costas do Nikollas que, por sua vez, se debatia no chão por conta da queda.

- H... A..... I.... Hai...

Após descer para a cozinha, uma bela mesa de café da manhã havia sido feita. Nikollas não imaginava que teria tanta variação de comida na casa dele. Maravilhado, sentou-se e começou a se servir.

- Onee-chan, foi você quem fez isso tudo?

- Claro, mas não se acostume, pois eu quero que meu irmão seja um grande profissional futuramente. Por isso que eu preparei esse café da manhã. Dizia enquanto terminava de fritar um ovo para o jovem Nikollas.

Ao terminar de deliciar-se com tudo o que tinha na mesa, Nikollas termina de se arrumar e, junto com sua irmã, se encaminham para o colégio, para fazer a prova.

No caminho, Nikollas observa que Kaede tinha amadurecido demais desde então.

- Por que você se tornou oficial da polícia Onee-chan?

- Digamos que, no começo, eu queria apenas ficar próxima do Tou-san, mas depois eu fui tomando gosto pela profissão. Estou trabalhando lá, porque eu amo o que faço.

- Entendo...

Kaede, por alguns instantes, pensou e, rapidamente, fez a mesma pergunta:

- Por que em Tókyo? Aqui em Karakura é um lugar com várias universidades tão boas quanto as de Tókyo...

Nikollas não conseguia convencer Kaede em nada...

- Quero ficar em um lugar diferente, sabe? Sem falar que Yoh, um grande amigo meu, também tentará entrar.

- De qualquer forma, desejo sorte para você e seu amigo Yoh, certo? Disse Kaede, estacionando o carro para que Nikollas descesse.

Com um abraço, Nikollas agradece a força que Kaede passava para ele.

- Arigato onee-chan... Nikollas sai do carro que, pelo o incrível que pareça, os amigos dele já o esperava na entrada do colégio.

Era como se eles realmente não quisessem conversar, apenas deram o cumprimento entre si e se encaminharam para o Hall do colégio. Chegando lá...

- Boa sorte para todos vocês. Espero que todos passem para depois comemorarmos. Disse Manta com um grande sorriso.

- HAI! Era como se estivessem ensaiado na resposta, pois todos responderam, ao mesmo tempo.

Então, Nikollas disse por fim:

- O destino do futuro da gente, está nessa prova. Não desperdicem.

Todos se caminharam para suas respectivas salas. Apenas Yoh e Nikollas foram para a mesma sala.

- Sente-se perto de mim para me passar cola da prova Akechi-kun. hihihi
Dizia Yoh em um tom descontraído para tirar a tensão de ambos.

- Hã?! Como é que você consegue brincar numa hora dessas Yoh-kun? kkkkk Nikollas achava graça da parte do Yoh.

Ao chegarem na porta da sala, os dois se olharam, apertaram as mãos em cumprimento e...

- Boa sorte Yoh-kun...

- Digo o memso para você, Akechi-kun.

E assim, os dois entram na sala para fazer a prova.


* Uma Semana Depois... *


- Nikollas, correspondência para você. É o resultado! Estérica, Naomi, sua mãe, não conseguia conter a emoção.

Correndo, Nikollas pega a tal correspondência e, tremendo, começa a abrí-la.

- O meu destino está nessa correspondência...


Fim do capítulo!


Off:

HAUhUAHUAHuahAUhuA Terão que esperar pelo próximo capítulo que já está sendo editado!

Espero que gostem do 5º capítulo. Mandem um MP fazendo críticas.
Obrigado a todos!

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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Dom 30 Out - 22:12

Hei! Que mau! Deixas-te o pessoal na expectativa! Bem, o caítulo foi simples, mas isso não quer dizer nada! Afinal, apesar de simples, está um bom trabalho! Kufufufu!

Pontos: 9

Que venha a continuação!

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Akechi Nikollas
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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Dom 4 Dez - 15:59

Capítulo 6: O Renascimento das Cinzas

Recapitulando a última cena do último episódio:

- Nikollas, correspondência para você. É o resultado! Estérica, Naomi, sua mãe, não conseguia conter a emoção.

Correndo, Nikollas pega a tal correspondência e, tremendo, começa a abrí-la.

- O meu destino está nessa correspondência...

--------------------------------------------------------------------------------------------------------

Três anos se passaram desde o dia em que recebeu a correspondência e o jovem Akechi (20 anos) já estava no seu 6º período na Universidade em Tókyo com o seu amigo Yoh. A rotina dos dois havia sido totalmente mudada após receberem a correspondência, dizendo que eles haviam sido aprovados na Universidade. Pessoas novas, lugares novos, até as noitadas, os jovens passaram a frequentar. Realmente, a vida em Tókyo não parava. A cidade funcionava durante 24 hrs.
Depois de mais uma noitada, Nikollas e Yoh estavam no apartamento onde residem, com mais 4 garotas.
Deitado no sofá de bruços (barriga para baixo), Nikollas estava com um copo de Whisky escorado no mesmo enquanto Yoh estava deitado em sua Cama King Size, enorme com as 4 garotas que, por sua vez, estavam apenas de lingeries.
O celular de Nikollas toca:

Ta.na.na.na.na.na... O barulho soou 3 vezes até Nikollas acordar e atendê-lo.

Passando uma das mãos no rosto, Nikollas diz:
- Oi...

- Nikollas, faz um favor para mim: poderia ir na farmácia e comprar algum comprimido que melhore minha ressaca? As garotas aqui não estão me deixando sair. Era Yoh do outro lado da linha, a uma distância de 5 metros do Nikollas. (Por serem grandes amigos, o termo "KUN" deixou de ser dito entre eles)

Desligando o celular na cara do Yoh, Nikollas, emburrado disse:
- Kisama, Yoh! Uma risadinha do grupinho que estavam na cama se fez presente de volume baixo.

Se levantando, Nikollas olha com uma cara séria para Yoh, enquanto o Yoh abre os braços, mostrando as garotas deitadas em seu colo.
Após uns 20 minutos, Nikollas já havia tomado banho, escovado os dentes e, como não havia o que comer no café da manhã, ele pegou algumas moedas a mais e partiu em busca do comprimido e dos pães para a refeição matinal.

- Depois que ele e a Anna terminaram, ele parece tentar preencher o "vazio" com essas garotas... ele não muda mesmo pensava, com as mãos no bolso da bermuda e de cabeça baixa.
Chegando na farmácia, Akechi compra o comprimido necessário e se dirigiu para a padaria.
Mais uns 10 minutos de caminhada e o jovem se aproxima da padaria. Ao chegar na porta, uma garota distraída se aproxima de forma que os dois se chocam.
A sacola com os pães que a garota carregava, caem no chão e a garota também. Já Akechi não cai, pois seu corpo é mais firme.
Rapidamente, Nikollas a levanta e pergunta:

- A senhorita está bem? Ao pegar na mão dela, ele nota algo em um dos dedos dela que era muito familiar.

Olhando para sua face, Nikollas se depara com uma garota exatamente assim:
Cabelos longos e pretos, pele branquinha, olhar penetrante e com um vestido preto.

Spoiler:
 

- Me desculpe... Por sua vez, a garota o olhou com uma cara de espanto.

Olhando para a mão da garota, Nikollas novamente perguntou:

- Esse anel... Desculpa a minha indelicadeza, mas você poderia me dizer, aonde foi que conseguiu esse anel? nos cantos dos olhos, já se formava uma lágrima.

-A..keshi? Por sua vez, após se levantar, Raven já reconhecia a fisionomia do jovem rapaz e não pensou duas vezes e, rapidamente, o beijou.

Spoiler:
 

- Por que você nunca mais atendia aos meus telefonemas? Por que nunca mais você me deu um sinal de vida, nem nada?! Ele ficou sério, mas a pequena lágrima ainda estava lá, no mesmo lugar.

- Me perdoa, minha mãe me via sofrendo e me proibiu de receber qualquer tipo de ligação que fosse sua ou dos nossos amigos, para eu não alimentar nenhum tipo de "esperança", pois eu nunca mais voltaria a vê-los. Ela então começa a sorrir e, aos poucos, ela aproxima sua mão até encostá-la no rosto do jovem Akechi.

- Você, aparentemente, mudou bastante. Seus cabelos, essa barba mal-feita... Os olhos dela brilhavam enquanto citava a aparência do jovem. Então, Nikollas a interrompe dizendo:

- Venha comigo! a puxou pela mão, mas...

- Agora eu não posso, me desculpe... Dizia Raven levantando a sacola com os pães. - Minha mãe pediu para que eu viesse e, se eu não voltar a tempo, ela notará a minha ausência.

Sem pensar duas vezes, Nikollas disse:
- Entre aqui na padaria comigo.

Ao entrar na padaria, Nikollas não queria perdê-la novamente. Então, ele pegou todas as informações precisas para não perdê-la e, ao terminar de escrever, suas mãos estavam trêmulas e seu coração batia mais forte ainda.

- Hoje a noite... Antes que terminasse sua fala, Raven interrompeu.

- Se acalme Nikollas. Eu não fugirei de você. Esse anel que eu uso até hoje, mostra que eu nunca te esqueci. Vamos nos acalmar. No próximo final de semana, terá uma calourada na Universidade daqui e eu irei Passando novamente a mão no rosto dele, ela completou:
- Eu vou estar desse mesmo jeito no dia da Festa. Irei te esperar na pracinha central da universidade, ok? Ela também é estudante da Universidade, mas por ela ser imensa, a probabilidade deles se encontrarem era mínima. Mas o jovem Akechi já estava ciente de qual pracinha que ela estava mencionando.

Dando as costas para Akechi, ela disse:

- Então...até semana que vem! Ela começa a correr, da mesma forma de quando ela tinha esbarrado no Akechi.

Nikollas estava estático. Não sabia o que fazer, além de comprar os pães.
Ele demorou o dobro do tempo para chegar em casa, comparando com o tempo que ele havia partido para comprar as coisas necessárias.
Chegando em casa, Yoh estava sozinho, porém com uma cara de "poucos amigos".

- Meu caro amigo Nikollas, você estava com os farmacêuticos preparando o comprimido para mim?

Nikollas sem querer, o ignorou. Sua expressão era daquelas que qualquer um notaria que ele viu algo que o mexeu bastante.
Entregando o comprimido para Yoh, ele apenas disse:

- Me desculpe... Dizia sorrindo.

- Poderia me dizer o que houve? Eu também quero saber o motivo do seu atraso e, provavelmente, esse sorriso seu pode ser o motivo do seu atraso. Eu fiquei preocupado.

Com um olhar de convicção, Nikollas disse:
- Iremos para a calourada semana que vem, lá na universidade, ok?

- Mas eu pensei que iríamos para Karakura visitar os nossos pais. Eu prometi que iria ver minha mãe. Não posso furar com ela, você sabe disso!

Por alguns instantes, Nikollas pensou em uma forma de resolver aquilo.
Sentando-se de frente para Yoh, Nikollas perguntou:

- Você pretende ir de que para lá? Com o seu carro?

- Não, pretendemos ir para lá de avião, pois temos que voltar para as provas que iremos ter.

- Bom, de qualquer forma, eu não irei e, você sabe que eu não sou de ficar pedindo as coisas para você, mas... por favor... Yoh já tratou de interromper, perguntando:

- Quem é a garota? Yoh colocou um dos seus cotovelos na mesa, com o polegar abaixo do queixo e com um olhar que demonstrava estar bem interessado em saber da resposta dele.
Nikollas, por sua vez, sabia que não conseguiria, nem em um milhão de anos, esconder algo do Yoh. Então, ele abriu o jogo dizendo rapidamente, sem ao menos por uma "vírgula" em sua resposta:

- Eu demorei porque eu acabei reencontrando a Raven e ela me chamou para me encontrar com ela no dia da calourada. Até o endereço de tudo ela me deu. Quase lhe faltava oxigênio no pulmão depois da sua resposta.

Nikollas até mostrou o pedaço daquelas sacolas de pães de papel, com uma letra feminina, tendo todas as informações.

Yoh estava feliz em ver o jovem Akechi daquela forma.

"- Eu não acredito que esse miserável conseguiu achá-la em meio a essa enorme população..." Pensava Yoh, com um belo sorriso.

- A tá... interessante... Dizia Yoh, com uma cara de desinteresse, propositalmente, apenas para provocar o jovem Akechi.

- Interessante? BAKA! Isso é INCRÍVEL! Não vejo a hora de reencontrá-la.
Nikollas dá as costas para Yoh com uma cara enorme e começa a preparar o café.


A semana passava rapidamente para Yoh, porém para Nikollas, era como se o mundo tivesse parado o tempo para "trollar" o jovem.
Na sexta-feira, 13:00, Yoh estava terminando de arrumar suas malas e, Nikollas, estava na porta do quarto olhando o seu grande amigo colocar suas últimas roupas na mala.

- Direi a sua mãe que você ficou para estudar para as provas. Mas isso vai te custar caro...

Nikollas já sabia o que dizer...

- Eu já estou terminando seu trabalho. Fique tranquilo... hehehehe

Pegando a chave do seu carro, Yoh olhou com tanto carinho e, em seguida, a jogou na direção do Nikollas.

- Tome cuidado com essa belezinha, ouviu? Você me levará para o aeroporto. Vamos ver se a habilitação que você conseguiu tirar, serve para alguma coisa huahuahuahua...

- Tá falando sério Yoh? Obrigado cara! Nikollas o joga na cama, dando um abraço.

- Contenha-se Akechi... O que a vizinhança pensará de nós... temos uma reputação a zelar. Agora saia de cima de mim... BAKA!!

Após alguns minutos, a dupla dinâmica estava no carro e, dessa vez, o motorista da vez era o jovem Akechi. Na rodovia rumo ao aeroporto, Yoh estava impaciente.

- Esse carro tem 315 cavalos de potência. Eu sugiro que você aperte mais no acelerador, pois faltam 20 minutos para o meu avião partir...

Nikollas não precisou respondê-lo para acelerar o carro, mas ainda sim, disse:

- Eu apenas estava esperando você me pedir isso... Nikollas começa a acelerar o carro que fez com que uma forte pressão fosse feita, fazendo com que os dois jovens fossem forçados para trás. A rodovia estava totalmente livre para os dois.
100, 120, 140, 160 Km/h e o carro poderia elevar ainda mais sua velocidade, porém Yoh estava com medo já.

Não demorou para chegarem no aeroporto.
Ao chegarem, eles se encaminharam para o GATE de embarque. A chamada da viagem já havia sido feita. Era a hora da pequena despedida.

- Se você levá-la para casa, por favor... NÃO USE A MINHA CAMA, OU EU MATO VOCÊ! Dizia Yoh com um enorme sorriso e, em seguida, o abraçou.

- Eu estou feliz por te ver feliz. Cuidado na vida, meu amigo. Se cuida.

Ainda abraçado, Nikollas respondeu:

- Obrigado, Yoh. Eu prometo que ficarei bem! Mas se cuide também e mande lembranças a todos.

Após dar alguns tapinhas nas costas de Akechi, Yoh acena pela última vez e se embarca.

Chegando em casa, Nikollas pegou seu telefone e discou para a casa da Raven.

- Alô? a voz era familiar, era a mãe da Raven.

Ao escutar a voz da mãe dela, Nikollas não quis dizer quem ele era, então passou a improvisar.

- Bom dia, eu poderia falar com a Raven-cham? Aqui é o colega de classe dela.

- Só um minuto...

Após um minuto, Raven atende o telefone:

- Sim...?

- Sou eu, Nikollas. Não diga nada, apenas concorde ou discorde, ok?

- Claro!

- Pegue algumas roupas suas e diga para sua mãe que irá dormir na casa de uma amiga sua. Não precisa ser exatamente agora, para não levantar nenhuma suspeita. Chame uma amiga sua para a sua casa e, após isso, você pedirá a ela. É bem simples, ok?

Um silêncio se fez por alguns instantes até que...

- Está bem.

- Eu vou desligar então. Tchau.

- Tchau.


Ao anoitecer, Nikollas já havia arrumado tudo no apartamento. O apartamento era outro, praticamente.
O relógio marcava 22:00. Então, Akechi pegou o carro e se dirigiu para a calourada.
Seu coração palpitava a cada metro que se aproximava da Universidade e, chegando lá, ele se dirigiu para a pracinha respectiva. Algumas almas eram vistas por ele, mas elas não eram como as que ele havia visto antigamente. Estamos falando dos Hollows.
Após 10 minutos, lá estava ela. Do mesmo jeito que ela havia dito que estaria.
Se aproximando do Nikollas, Raven disse:

- Eu ainda não entendi o por quê que eu trouxe essas roupas, já que eu não irei para a casa da minha amiga...
Com um sorriso, Nikollas pegou a bolsa da Raven e a deixou dentro do carro e, em seguida, foram curtir um pouco a festa.

Uns drinks aqui, umas danças ali... até que, o relógio marcava 2:00, Nikollas disse:

- Vamos sair daqui. Pegando-a pela mão, os dois foram em direção ao carro.

Passando-se 10 minutos, os dois haviam chegado no apartamento onde Nikollas e Yoh residem.
Realmente, as pessoas admitiam que o apartamento era uma coisa de REI.

Eles entraram aos beijos e "amassos". Retiravam os sapatos sem ao menos usar as mãos, Nikollas, por sua vez, retirava a camisa rapidamente... até que, depois de ficarem quase "Nus", Raven deitou-se na cama. O quarto estava escuro...

Spoiler:
 

Mas mesmo estando escuro, Nikollas conseguia ver os traços do belo corpo da Raven que, nitidamente, não era mais de uma criança.



Fim do capítulo!

-------------------------------


OFF:

Desculpem pela demora do post do capítulo, pois, com tanta coisa para fazer nesse final de ano, fica difícil demais postar um capítulo desses. Mas ai está. Espero que gostem e...
Estou colocando logo as partes mais importantes, para chegar com a saga no tempo do presente.

Mandem um MP após terminarem de ler, para... sei lá, fazer uma crítica do capítulo.

Boa leitura!

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June Tethys
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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Ter 6 Dez - 15:48

Oi! Bom trabalho, como sempre! lol

Gostei do capítulo, e gostei do facto de teres descrito como descreveste a convivência Universitária! Kufufufu! Vejo que sabes do que falas! Parabéns!

Pontos... 9!

Melhoras aos poucos, mas, como digo sempre, não posso dar 10 porque isso significaria que estava perfeito! lol Mas, de qualque forma, foi um bom trabalho! E o fim... Picante! kufufufu! Continua!

Estado: Em andamento!

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Akechi Nikollas
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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Qui 16 Fev - 0:53

Capítulo 7: Do céu para o Inferno (Parte 1)

- Como você a engravidou, Nikollas?!

Por alguns segundos, Nikollas havia se calado, não sabendo o que dizer para sua mãe. O que um jovem faria a essa altura do campeonato, próximo de concluir sua faculdade na melhor Universidade em Tókyo, sabendo que está próximo de se tornar pai?
Após a noite que tiveram juntos, Nikollas e Raven passaram o final de semana juntos. Tudo o que podiam, e o que não podiam, eles fizeram. Até então, para eles, o final de semana estava sendo uma maravilha, até Raven, sua amada, descobrir que havia engravidado, após ter uma série de enjôos.

- Mãe, eu não sei o que fazer. Eu estou tremendo, estou soando frio e, a mãe da Raven disse que ela não voltará para casa, pois não quer sua filha grávida e, ainda por cima, solteira.

Naomi, sua mãe, não teve outra escolha.
- Venha para casa, meu filho. E traga a Raven-chan. Não posso deixá-los assim... desamparados. Mas você foi um irresponsável, Nikollas-kun.

Então, pelo telefone, os dois se despediram e, em seguida, Nikollas começou a arrumar suas malas, junto com sua amada, Raven.

- Nikollas, o que sua mãe falou? Um pouco trêmula, Raven perguntou com envergonhada.
- Raven, Nikollas abria um sorriso... minha mãe disse que podemos morar por lá...
- Akechi-kun!!! Uma voz estérica se aproximava. Era Asakura Yoh, seu melhor amigo e companheiro eterno. - Não estou acreditando que vai embora... você pode ficar aqui com a Raven-chan. Eu não ligo e você sabe disso, seu Baka!

- Yoh-kun... sorria para ele. - Eu não posso ficar sempre debaixo de suas asas. Raven e eu iremos encarar essa situação juntos. Além do mais... Olhei carinhosamente para ela. - Apenas "adiantamos" nossa família.. hehehe

Sem que eu percebesse, Yoh me acertava com um soco no rosto que, por consequência, cai no chão.

- Não brinque com tal coisa, baka... Ele estendia sua mão para mim, enquanto eu levava uma das mãos ao rosto. - Eu o levarei no aeroporto e o ajudarei sempre que puder. Somos amigos e nunca o deixarei de lado. O golpe não foi feito para começar um confronto, mas para transparecer um certo apoio vindo do melhor e descolado amigo do jovem Akechi.

No dia seguinte...

Estavam os três: Raven, Yoh e Nikollas no aeroporto.

- Você vai ficar bem, Yoh-kun? Eu fiz as compras do mês para você não morrer de fome...
- Eu sei me cuidar, Akechi-kun. Interrompia Yoh, a fala do Nikollas. - Espero que vocês se cuidem. Deixei uma bela quantia em dinheiro para assegurar o futuro do seu filho ou filha que há de vir. Afinal de contas, eu serei o padrinho dela.

Naquele momento, Raven abraçava Yoh. - Não precisava fazer isso. Arigato, Yoh-kun. Terminava de dizer, dando um beijo em seu rosto.
- Akechi-kun, foi ela hein?! huahuahuahua

Um clima super discontraído se fez.
Então, foi a vez dos dois amigos se abraçarem.

- Fica tranquilo. Eu não vou morrer. Nós iremos nos ver assim que possível.
- Tomara mesmo. Eu não pretendo ficar a mercê de um ataque do coração. heheh Agora vá, seu avião irá partir.

Após sairem, Nikollas e Raven encaminharam-se para o portão de embarque e, depois de todos os procedimentos, ele adentraram no avião.
Durante a viagem, eles trocaram carinhos, conversaram sobre os planos futuros com o mais novo Akechi que estaria por vir.
A viagem durou algumas horas até chegarem em Karakura.
Apenas sua mãe junto com Shinta, seu irmãozinho já crescido, estavam esperando-os no aeroporto. A recepção de ambos foi até amistosa. Raven ficou um pouco envergonhada e com medo de achar que seria "rejeitada" pela família Akechi.

Demonstrando que estava assim, Naomi, mãe do Nikollas, disse:

- Não se preocupe, minha filha. Apesar de vocês terem cometido algo antes da hora, ainda bem que foi com você. Nikollas-kun sempre pensava em você quando havia saído de perto dele.

- Gomene, Naomi-san, minha intensão nunca foi essa. Ela olhava para Nikollas que, por sua vez, estava "brincando" de brigar com Shinta que havia ficado maior que o seu amado. - E... arigato. Por me acolher. Não imaginava que minha mãe fosse tão egoísta.

- Esqueça isso, Raven-chan. Já passou. Agora vocês tem que seguir em frente, ok? Agora vamos, vocês devem estar cansados da viagem.

E assim foi. A nova integrante da família Akechi, junta ao restante deles, foram para a residência da família.

Cinco meses depois....


- Nikollas... amor... Acorde. Dizia Raven, tentando acordar o jovem Akechi que, por sua vez, estava em um sono muito pesado. Impaciente com o que estava presenciando, ela o chutou com vontade, fazendo o jovem rapaz cair da cama assustado. - EU DISSE PARA ACORDAR, NIKOLLAS-KUN!!

Assustado, Nikollas disse:
- Acalme-se amor, ainda são... Ao olhar para o relógio, mais um susto! - Kisama!! Estamos atrasados para a ultrassonografia!!! Por que você não me acordou, Raven? Dizia Nikollas, achando que era o dono da razão.

- Eu tentei. Mas você tem um sono muito pesado. Eu até estou arrumada.

Então, Nikollas se arruma rapidamente, após ter tomado seu banho, desceu correndo e, chegando na cozinha, não avistava ninguém da família. Todos haviam saído. Mas o carro estava na garagem.

- Amor, vamos. O carro está na garagem.

- Ok, já estou indo.

Adentrando, os dois, no carro, o casal parte para fazer uma consulta com ultrassonografia que mudará completamente a vida de ambos.

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Capítulo Finalizado

Espero que gostem da primeira parte. Amanhã, farei a segunda parte. Ela contará a parte do "INFERNO". hehe

Qualquer crítica, me mandem um MP.

Obrigado!

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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Qui 16 Fev - 11:20

kkkkkk! Gostei muito! E melhoras-te bastante na narração! Conseguis-te os teus primeiros 10 pontos! ^^

Fico à espera da continuação! kkkk

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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Qui 16 Fev - 13:51

Capítulo 8: Do Céu para o Inferno (Parte 2)

Recaptulando os últimos momentos do capítulo anterior...

- Amor, vamos. O carro está na garagem.

- Ok, já estou indo.

Adentrando,
os dois, no carro, o casal parte para fazer uma consulta com
ultrassonografia que mudará completamente a vida de ambos.

----------

No caminho para a consulta, a felicidade dos dois era algo totalmente transcedental. Era como se, para eles, nada e ninguém poderia estragar aquela série de momentos. Os minutos demoravam a passar, o trânsito estava tranquilo, comparado ao cotidiano... - Quer tomar alguma coisa, Raven? Ansioso, Nikollas perguntava a sua amada.
- Eu estou bem. Só precisamos nos apressar só mais um pouquinho. Afinal de contas, ela o olhou com um olhar que o intimidou repentinamente (Aquele famoso olhar da capitã Unohana). Em seguida, a mesma sorria para ele. - você demorou para acordar.

- Mas... é... melhor não corrermos. Não quero que algo dê errado.

Nikollas nunca mudou seu jeito, suas características. E isso era nitidamente notável. Raven o olhava com carinho, enquanto Nikollas prosseguia dirigindo ao destino.
Passando-se vinte minutos, os dois chegaram ao destino. Nikollas, por sua vez, desceu do carro primeiro, fechou sua porta e correu para o outro lado do carro, abrindo a porta para sua amada, Raven.

- Não precisa disso tudo, Nikollas. Eu sou plenamente capaz de abrir a porta do carro. ^^
Preocupado e, acima de tudo, teimoso, Nikollas respondia:
- Mas você não pode fazer nenhum tipo de esforço. Eu já lhe disse.
Fingindo que não havia escutado, Raven sai do carro e, em seguida, dava um beijo no jovem Akechi...
- Eu não sei o que faria se você não existisse...
Após ouvir tais palavras, Nikollas a abraçava e, por coincidência, sentia uma sensação ruim. Mas o mesmo ignorou, pois achava ser um mal-estar por motivos de estar ansioso com a ultrassonografia.
- Vamos, pois ficando aqui, nós não resolveremos nada hehe...

Saindo do estacionamento e indo em direção ao consultório, um forte tremor se faz, causando um pânico a todas as pessoas que estavam no local.
Nikollas rapidamente segura firme sua amada, enquanto apoiava-se em um dos carros para não cair.
Nitidamente, Raven ficava com medo do que estava acontecendo. A sensação ruim do jovem Akechi aumentava mais e mais até uma voz pronunciar-se.

- Oito anos se passaram desde o nosso primeiro e único encontro, Akechi Nikollas.
A voz causou um arrepio na espinha do jovem. Suas pernas tremiam.
O ser, dono da voz imponente, estava suspenso no ar. Como se ele estivesse flutuando. Aos poucos, ele vai descendo até pousar no chão. Novamente, ele diz:
- Como faz muito tempo, eu vou refrescar sua memória. Nesse momento, mais um ser aparecia.
- Por que isso?? Por que isso está acontecendo logo conosco?
Nikollas abraçava, com uma certa força, sua amada que, por sua vez, dizia:
- Nikollas, nos tire daqui!!!
Nikollas não sabia o que fazer. Seu corpo estava paralizado.
- No aniversário dessa mulher, a oito anos atrás, você e eu nos comunicamos. Você provavelmente não conseguiu ver a imagem de como sou. Então... O ser fazia um sinal, com o intuito de fazer o seu provável companheiro parar. -... eu disse que, passados 8 anos, eu apareceria para buscar o que tem de mais valioso na vida. Lembra?

Assustado, Nikollas conseguia dizer:
- Quer meu carro? Pegue... Quer meu dinheiro? Pode levar. Mas nos deixe em paz...

Um riso saiu do ser que, por sua vez, retirava um capuz que dificultava a visão das pessoas que tinham o intuito de ver seu rosto.



- Não quero seu carro ou seu dinheiro, Akechi Nikollas. Sabemos muito bem do que eu estou me referindo... Ele começou a fintar seu olhar para a Raven.
Por sua vez, Raven estava sem entender as coisas. - Do que ele está falando, Nikollas? Por que ele olha para mim dessa forma? Chame a Polícia!

Nikollas sabia muito bem que a polícia não iria resolver nada, pois quem estava a frente do casal, nada mais nada menos que dois espíritos.
Nikollas levantou-se. O tremor havia parado.
- Fique atrás de mim, Raven. Proteja-se.
- O que você fará? Está louco? Melhor nós corrermos...
- Não adiantará se nós corremos. Eles virão atrás de nós. Disse Nikollas, interrompendo sua amada.
Calada, Raven apenas seguiu o que o Nikollas havia pedido.

- Ora ora, você acha que irá protegê-la? Então, o homem faz um sinal para seu comparça avançar em direção ao Nikollas. - Vamos ver até aonde você irá suportar, Akechi Nikollas.

Então, o comparça começa a caminhar em direção do jovem Akechi.
Ele se pronuncia:

- Olhando para você, me pergunto qual risco irei correr lhe enfrentando. Você não tem nada de hostil. Nem sua postura para me combater. Tsk!

- Eu não vou deixar que a levem!!! Hááááááááááááááá....

Nikollas avançava em direção do homem de branco que, por sua vez, sem se mexer, causa uma rajada de vento que jogava o jovem Akechi para trás com força. No local onde o homem de branco está pisando, um enorme buraco se faz no chão.

- A diferença entre nós, HUMANO, é de um deus e um inseto. O mesmo havia se aproximado rapidamente de Nikollas que o olhava espantado, se perguntando: como ele chegou aqui tão rápido?
Então, o homem de branco acerta cerca de 4 socos leves no rosto do Nikollas que, para ele, parecia estar sendo acertado por uma barra de ferro na cara. Seu rosto estava sangrando demais, sua esposa, Raven, gritava ao ser pêga por...
- Afinal de contas, desculpa a minha indelicadeza. Meu nome é... Aizen Sousuke.

-
A...Ai...zen. Dizia Nikollas, com dificuldades e, ao mesmo tempo, com lágrimas misturadas ao sangue, ao ver seu bem mais precioso sendo capturada pelo tal Aizen.

Então, em um piscar de olhos, um chute estrondoso acertava o homem de branco que estava esmurrando o jovem Akechi.
Por sua vez, o homem de branco "decola", parando a uns 30 metros de distância, sendo parado por um edifício.

- Tirem suas mãos dele, Arrankar!
Outro homem encapuzado aparecia. No mesmo ato, o ser que salvava a vida do Nikollas, se vira em direção a Aizen, dizendo:
- Aizen!!! Solte a garota!!

Aizen, já estava na entrada de uma garganta, uma passagem que, provavelmente, ligava a um outro lugar.
- Shinigami... Eu não tenho mais o que fazer aqui. O que eu vim buscar, está comigo. E você, Nikollas, Nesse momento, o jovem Akechi, desesperado, olhava fixamente para Aizen, enquanto o outro ser, conhecido como Arrankar, aparecia ao seu lado como um passe de mágica. - Provavelmente, irá sofrer pelo resto do seus dias. Sua vida já não vale nada mesmo. Não vai ser uma mulher, como essa, que piorará o que resta da sua vida.

Em seguida, o arrankar dizia.
- A propósito, shinigami, meu nome é... Kazuma.

- Ka...zum..a. Nikollas estava se levantando... - Aizen... DEVOLVAM A RAVEN!!! tirando forças de onde não havia, Nikollas começa a correr em direção aos dois que, por suas vezes, Aizen e Kazuma estavam adentrando ao portal. - Nãããããããããooooo!!!! RAVEEEEENNN!!!!
Uma única frase se fez, quando o portal estava se fechando:

- Eu te amo, Nikoll.......

- NÃÃÃÃÃÃOOOOO... RAVEN!!!! RAVEEEENN!!!
Aos prantos, Nikollas desaba no chão, desesperado, sem saber o que fazer. O shinigami olhava toda aquela cena, sabendo que não havia nada a se fazer, a não ser assistir. Provavelmente, o shinigami sabia do risco que correria, enfrentando os dois ao mesmo tempo.

Aproximando-se do Nikollas, antes que pudesse falar, Nikollas já tomava a frente, dizendo:

- Você... shinigami!! Por que não me ajudou a salvar a Raven? Eu sinto que você é diferente do outro shinigami que encontrei a um tempo atrás.
Por que não a salvou?

Espantado com o comentário, seguido de perguntas... Ele pensava: como ele consegue sentir a reiatsu dos shinigamis?
- Ei, garoto. Quer realmente salvar sua esposa?
Aquilo, de fato, pegou o Nikollas desprevenido.
- É o que eu mais quero na vida.
- Isso foge, e muito, das leis da Central, mas eu vou abrir essa excessão... o shinigami sacava sua Zanpakutou. - Precisa tornar-se shinigami. Terá que abandonar sua vida aqui no Mundo Real e, além de tudo, enquanto tiver em seu treinamento, esquecerá que tem uma família e... nunca, NUNCA... inventará de ir atrás da sua esposa até termos certeza de que está apto para tal feito. Aquele arrankar que te esmurrou, provavelmente é um dos "fracos". Apontando a Zanpakutou para o peito do jovem Akechi, novamente ele pergunta: - Está preparado para tal caminho? Caso queira, me diga seu nome.
Então, o jovem Akechi pega na lâmina da espada e diz:

- Meu nome... é Akechi Nikollas. Nesse exato momento, ele se perfura com a lâmina da espada em seu peito e uma forte luz se faz em torno dos dois.
A luz começa a dissipar-se e uma mudança ocorre: Nikollas havia saído de seu corpo, ficando com uma vestimenta, conhecida como Shihakusho, preta, semelhante a que um shinigami usava, a anos atrás, quando o jovem Akechi havia visto. Uma espada com um cabo branco que, na ponta do cabo, havia um desenho de um dragão.

- E quem é você, shinigami-san?
O shinigami, por sua vez, pegava o corpo do Nikollas, que estava ao chão e, em seguida, dizia:

- Tudo tem seu tempo. Por ora, não precisa saber meu nome. Vamos, você agora ficará na Soul Society. Com sua Zanpakutou, o shinigami fez um movimento, como se a espada dele fosse uma chave e, logo em seguida, um portal se abre. - Venha.

Então, os dois adentraram no portal, dando início, uma nova etapa na vida de Akechi Nikollas. Uma etapa que traria muitas novidades. Não sabe ele, o que acontecerá nesse decorrer...

----------------
Fim do capítulo.

Espero que tenham gostado. A partir de agora, começarei uma nova etapa do prólogo. Mostrando o que aconteceu com Nikollas em decorrentes momentos no "presente".

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MensagemAssunto: Re: Dor, Sofrimento, Persistência, Vingança e Glória... O prólogo de um desesperado   Sab 17 Mar - 23:42

kkkkk! Mais uma vez, um capítulo excelente! Depois de o ler... Fiquei, tipo, vou torturar o Kazuma antes de o matares! lololol! Bem, de qualquer forma, mereces manter o 10! Parabéns! ^^

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