Versão 3.0 - Time Break

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 Biografia de Aldebaran

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Aldebaran
Octava Espada
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MensagemAssunto: Biografia de Aldebaran   Seg 31 Dez - 15:41

Nome: Asbarn Shimazu.

Alcunha: Aldebaran

Idade: Desconhecida.

Anos no Mundo Real: Viveu até os 34 anos.

Local de Origem: Mundo Real.

Raça: Hollow.

Classe Social: Nobre.

Familia: -



Aspecto Físico: Aldebaran é alto, sua pele é pálida, possui cabelos negros compridos e olhos vermelhos. Seu buraco hollow toma o local de seu coração, sendo coberto pelas suas vestes.
Spoiler:
 
Psicologia: Aldebaran é extremamente frio e calculista, apenas aqueles aliados que considera úteis receberão a sua ajuda. Apenas o fato de "precisar de ajuda", já causa uma aversão àquele sujeito. Nunca esboça um sorriso sincero. Sabe como seguir ordens, enquanto o objetivo geral for de seu interesse, caso contrário, não temeria trair aqueles com quem luta.

Hobby: Seu único hobby é procurar por criaturas de valor. Aqueles que se destacam em algo específico, ganharão sua afeição facilmente.

Gostos: Aldebaran gosta de assistir lutas especiais com criaturas especiais. Os que possuem um poder diferente de outros, e os mostram em batalha.

Ódios: Inutilidade, irracionais, sentimentos e principalmente humanos.


História:


O Tirano.



Asbarn Shimazu.. É estranho pensar em como começar a história de um tirano. Alguém que por seus ideais, causou dor e sofrimento. “Um lobo em pele de cordeiro” - Podemos assim dizer. Bem, sem mais delongas, vamos iniciar a história do humano que negou sua própria existência, e criou um vínculo de ódio que acabou por engoli-lo também. Asbarn Shimazu..

Em meados do século X, o Japão era dividido em regiões, lotes de terras, assim ouso dizer. Cada região, cada imenso, controlada por um senhor feudal. Havia um, que destacava sobre eles, este recebeu uma descrição diferente, um nome especial. O primeiro Daimyō, Asbarn Shimazu. Esta palavra tão peculiar vem do termo “Dai” que significa “grande” e “myō” que se origina do termo “myōden”, “terra particular”.

Alguém que por família, herdou um imenso poder e influência em todos que habitavam sua região, infelizmente, todo este poder caiu nas mãos de um revolucionário. Toda sua infância e juventude, Asbarn nunca entendeu a humanidade, seus sentimentos, compaixão, e até mesmo suas origens. Era do tipo que fazia perguntas demais, e não se satisfazia com as respostas.

Sua inteligência excede seus antepassados, porém seus ideais, nem mesmo se aproximam aos dos outros. Conforme crescia, e olhava o império de seu pai, Asbarn foi criando certo ódio pela a humanidade e como ela funcionava. Seu pai era o pior para ele. Valorizando os fracos e impotentes, os camponeses por assim dizer. Bah! Uma ofensa para seu título e poder. “Humanos deixam se levar pelo os sentimentos, e os sentimentos os levam a morte”. Este era o ideal de Asbarn, e o manteve quando subiu ao cargo de seu pai.

Sem muito esforço, criou um exército muito maior. Os melhores samurais de toda a dinastia! Era incrível a força de sua defesa, de seu palácio que se tornou um castelo, e que por fim, trouxe a ditadura. Avançou e avançou... Não poupou aqueles que achavam inúteis, expandiu seu império tomando todos ao seu redor. Criou um círculo de defesa por todo seu feudo. Um verdadeiro ditador, a sangue frio. “Não poupar ninguém” – Estas eram as únicas palavras que saíam de sua boca ao ordenar um ataque a uma vila. Se achares que isto esta ruim, irá piorar...

Chegou há um ponto, onde Asbarn enlouqueceu por completo, criando assim um vínculo de ódio pela a humanidade em geral. Ordenava que seu próprio povo fosse massacrado, samurais que o seguia e por fim, sua própria família. Tinha chegado ao seu limite, o ódio havia o consumido, levando até mesmo sua vida.

Em uma noite fria, em sua fortaleza, com trinta e quatro anos de vida e o Japão aos seus pés, cometeu suicídio. Sua espada perfurava seu coração. Não aguentou sua própria presença, lutou para deixar sua humanidade de lado, porém falhou. Esta para ele, era a única saída.

Aos poucos, sua vida foi deixando seu corpo, porém os sentimentos de ódio prevaleceram. Não encontrou a paz. Continuou vagando naquele tempo feudal, como um espírito, a única diferença além de estar morto? A corrente que saía de seu peito...




A Transição.



Asbarn estava morto, porém ainda sim sentia sua humanidade, o que lhe dava a vontade de se matar de novo. Ninguém era capaz de vê-lo, apenas assistiu seu império em crise devido a sua morte. O ódio começou a crescer sem motivo algum, porém ao ver aqueles que choravam ou até mesmo comemorava, lhe deixou ainda mais enfurecido. Todos cediam a um sentimento. Não haviam aprendido nada com ele, não deixou um herdeiro e claro que nunca achou alguém digno de tomar seu lugar. A humanidade estava perdida em seu ponto de vista.

Sentia que tinha algo há fazer neste mundo, porém não sabia, ou melhor, não lembrava. A única coisa que podia afirmar era o fato de que estava se corroendo por dentro, aparentemente por não estar cumprindo seu objetivo.

Vagava, não achava nada e nem ninguém vinha lhe resgatar. Seu ódio crescia e sua corrente começava a desgastar. O tempo passou, meses e meses, e aos poucos começou a perder sua consciência, o que tornou nítido quando sua corrente quebrou.
Nenhum Shinigami havia aparecido, se tornando assim um demi-hollow. Não havia mais consciência. Era uma criatura que vagava pelo o mundo humano, naquela época de crises. Sem objetivo ou motivos, apenas a vontade de se alimentar.

Na sua estadia neste mundo, atacou centenas e centenas de humanos. Todos na mesma região. Recusava sair do local em que estava. Era quase como se marcasse aquele território. Almas humanas, somadas pelo seu estado atual, resultaram em uma transformação completa em Hollow. Manteve sua estatura, porém caminhava curvado. Seu corpo era todo avermelhado e sua cabeça era envolvida por uma máscara branca. O local de sua corrente agora era ocupado por um buraco, um vazio em seu peito.

Em uma noite, uma enorme garganta abriu em sua frente, revelando assim vários e vários Menos Grandes. Estes hollows invadiram seu antigo império e atacaram os humanos sem dó.
Ainda no brilho daquele caos, um Senkaimon abriu no alto do feudo e vários Shinigamis caíram do céu cortando aquelas criaturas ao meio. Felizmente, Asbarn não estava ali para ver aquele massacre, ou no caso ser massacrado. O hollow correu para dentro da garganta.

Tentava ir o mais rápido que podia enquanto aquela escura passagem começava a se fechar, caso isso acontecesse, ficaria preso no Dangai para sempre. Seus dentes rangiam, e suas pernas tremiam de tão rápido que tentava correr. Foi por um triz, mas conseguiu. Passou pela a garganta a tempo e caiu diretamente em um deserto. Um deserto que chamaria de "casa". Hueco Mundo.

A passagem se fechava no alto do céu, deixando assim o pequeno Hollow em queda livre. Seu impacto com a areia foi tão forte que desmaiou. Permaneceu ali caído por horas e horas, até finalmente se levantar e contemplar o mundo em que agora estava. Na verdade, não havia o que contemplar. Não tinha consciência, não via diferença alguma. Talvez, a única coisa que tenha causado uma reação, fora o fato de estar cercado por dezenas de Hollows. Sim, cercado. Todos pareciam estar olhando para ele, com certa intenção assassina.

Não bastou nem um segundo, e aquele grupo pulou em sua direção, desejando sua carne Hollow. Asbarn fez o que poucos provavelmente fariam no seu lugar, correr. Pisava naquele chão instável, naquelas areias frias como a noite tentando deixar o grupo para trás. Continuou seu caminho até ver uma casa branca, que mais parecia um cubículo. Não havia ninguém, e o grupo não o seguia mais. Por hora, estava seguro.

Ficou no local onde estava por dias e dias, sentado. Sem fazer nada. Não sei dizer o que era mais vazio, ele ou a casa. Uma situação tão entediosa como essa não duraria muito tempo. Aos poucos, sua fome foi crescendo e por incrível que pareça a sua vontade de rever os hollows que havia o atacado.

Saiu daquela casa em busca de comida e talvez por sorte ou azar, achou mais rápido do que esperava. Dentre aquele deserto, havia um grupo de Hollows que vinha se aproximando. Asbarn seguiu em direção a eles, e então algo misterioso aconteceu.
Todos aqueles hollows, a sua fome os trouxeram até ali, inclusive Asbarn. Aquele grupo, que parecia ter cerca de cinqüenta a sessenta, começaram a se atacar, devorando uns aos outros. Apenas um sobrou - Algo que podemos chamar de Menos, sendo mais preciso, Gillian.

Asbarn se tornou emu ma criatura gigantesca com poderes aumentados, juntamente com sua fome. A enorme criatura parecia ter um pingo de raciocínio. Era muito pouco, mas ainda tinha.

O Gillian seguiu pelo o Hueco Mundo. Matava todos os hollows que encontrava em seu caminho. Os devorando. Aumentando suas forças.

Em uma determinada parte do deserto, a areia cedeu, fazendo com que caísse em um enorme buraco. Era muito escuro, e não havia como saber a profundidade. Talvez por sorte, ou habilidade, caíra em pé. Que local misterioso seria este?
Era úmido e mal entrava luz. De fato, o único feixe vinha do buraco que tinha acabado de cair. Havia troncos e mais troncos, além disso, nada. Era uma floresta. Centenas e centenas de vozes vinham da escuridão, deixando assim evidente de que não estava sozinho. Seguiu em frente e por fim, achou dezenas de Gillians como ele. Havia apenas uma diferença, as máscaras.

A máscara de todos aqueles Gillians era igual, enquanto a sua tinha traços diferentes. Seu formato também era um pouco dessemelhante. Asbarn, apenas não sabia que, o fato de ser diferente, explicava seu pingo de consciência e ao mesmo tempo, indicava uma chance de evolução.

Diante de todos aqueles Gillians, muitos caminharam em direção oposta, porém, houve um que manteve parado olhando diretamente "o seu irmão diferente". Não bastou muito tempo para que um cero viesse em sua direção. Talvez este não tenha ido com a sua cara, ou talvez queira devorá-lo. Os motivos não eram importantes e sim, o que iria fazer.

Talvez tenha acontecido por instinto, ou até mesmo habilidade. Um bebê humano sabe como amamentar no peito da mãe, e um Gillian sabe como disparar um cero - Assim ocorreu. Por intuito, e pela a primeira vez, uma energia de cor avermelhada começava a tomar forma em frente à boca e por fim, formou um perfeito cero. Ambos os ataques se chocaram e o seu prevaleceu. Aquele Gillian nada especial e que antes parecia tão ameaçador, teve sua cabeça tornada em pó pela a força do ataque.

Depois da aprendizagem, ou melhor, da descoberta deste novo ataque, continuou seu caminho pela aquela floresta, devorando todos os hollows. O tempo passou e enfim atingiu um novo estado.



Consciência.



Seu corpo começou a derreter, e aos poucos, a criar forma. A cor avermelhada de Asbarn voltara, agora era maior e mais musculoso. Alguns tentáculos saíam de suas costas. Sua máscara era menor, e ainda mais importante, tinha adquirido consciência. Sim, agora conseguia ver aquele local, sentir e saber. Era uma nova criatura. Um novo Hollow. Um Adjucha.- Aldebaran..- Dizia a criatura em uma voz confusa e baixa. Já tinha um nome, não havia mais motivos de chamá-lo por "Hollow" ou "Gillian". Era uma criatura capaz de raciocinar agora.

Não demorou muito para deixar aquela floresta. Abriu seu caminho, e voltou ao deserto. Olhou aquele céu escuro, sentiu uma ótima sensação de conforto. Estava em casa. Não havia mais um vestígio de humanidade, assim, seu fardo havia passado. A paisagem lhe confortava, e perante aquele enorme deserto, massacrou dezenas e dezenas de outros hollows menores.
Tirando suas vidas e os devorando. Acreditava que poderia evoluir e se tornar ainda mais forte.

Passaram-se anos, e nada aconteceu. Parecia que estava preso naquela forma. Por dentro sentia que poderia evoluir mais, se tornar um ser superior, porém não sabia como. Desesperado por uma resposta encontrou outros Adjuchas como ele, eram capazes de falar e raciocinar. Aldebaran não gostava de companhia, a não ser que estivesse morta, porém aqueles Adjuchas sugeriram algo interessante.

Se tornarem um grupo, e juntos, iriam devorar o máximo de hollows possíveis, até cada um estar no seu estado máximo. Quando isto acontecesse, iriam lutar entre si. Apenas um sairia vivo, e este devoraria os outros. Recebendo assim, um poder imenso.

No início, Aldebaran apenas queria atacar aquele grupo no mesmo momento em que os viu, porém agora, haviam proposto algo que não poderia recusar. Desta maneira, se tornaram "o grupo de extermínio de qualquer um que entrasse em seu caminho". Eles sabiam que era um nome longo, não se preocupavam em contraí-lo.

Mais alguns anos se passaram, e aquele grupo já havia dizimado centenas e centenas de Hollows. O dia da batalha final havia chegado. A luta devastou casas e casas ao redor do Hueco Mundo. Um atacava o outro pela as costas, e no final, apenas Aldebaran restou. Sem remorso ou até mesmo piedade, devorou todos os seus antigos companheiros, e finalmente, adquiriu o poder que almejava.



Poder.



Sentia o poder tomando todo seu corpo, uma força que nunca achou que poderia existir. Naquele momento, considerava-se o senhor feudal daquele mundo. A sensação era que ninguém poderia pará-lo agora. Não em seu estado atual. Seu corpo era tomado por um manto branco, e sua mascara se assemelhava com a face de um lobo.

Agora era um dos mais fortes. Aldebaran havia se tornado um Vasto Lorde perfeito, melhor que isso, fora os sentimentos que gerou no processo. Nenhum. A única sensação era de satisfação. Não aprendeu a se apegar a nada, e manteve os ideais de Asbarn. Sua inteligência era superior a qualquer outra, e sua força dizimava qualquer um que entrasse em seu caminho.
Batalhou com muitos, adquirindo cada vez mais experiência em combate. Seus poderes foram se agravando, e com o passar do tempo, sua máscara começou a se soltar. Passaram-se anos e anos e cada dia parecia que seu rosto mudava. Sentia um leve desconforto toda vez que devorava um Hollow. Não conseguia distinguir o que era, e não achava ninguém que parecesse com ele. Era o único Vasto Lorde.

Durante este período de lutas, poucos sobreviveram a seus ataques, e estes, se tornaram seus subordinados. Sempre foram leais e sobre tudo seriam mantidos vivos com a condição de não o atrapalhar e cada um não mostrar ser um peso morto.
Sentia batalhas acontecerem ao seu redor. Shinigamis invadindo e hollows perdendo suas máscaras por motivos estranhos. Durante todo o conflito entre Hueco Mundo e Soul Society, Aldebaran se manteve escondido, sem interesse algum. Sim, isso soa estranho e contraditório, porém Aldebaran não era fanático por batalha e pessoalmente não via interesse algum nos Shinigamis ou nos antigos Espadas. Nunca se apresentou em Las Noches, pelo o contrário, manteve distância para que não fosse transformado em Arrankar. Queria ser um, porém iria chegar a este ponto por si mesmo.

A última luz de sentimento que tinha foi expulsa quando sua máscara caiu. Finalmente atingiu o processo para se tornar Arrankar pelo seu próprio esforço, porém não foi tão fácil assim. Levou-se anos e anos, mais do que poderia contar. Dizimou florestas de Menos inteiras, tudo em busca de poder. Agora bastava apenas mais um esforço.

Posicionou suas mãos em sua máscara, e a arrancou de seu rosto. Sentia sua pele queimando pela a passagem que sofria. O processo em si era horrível, a sensação era algo que nenhum ser vivo deveria sentir. Felizmente, sobreviveu, sendo capaz assim de conferir os resultados. E que resultados...
Seu corpo inteiro adquiriu traços humanos. Parecia até mesmo o receptáculo de Asbarn. Finalmente, chegou a seu nível máximo.


"Eu sou Aldebaran."



Possuía agora uma espada e sua máscara desaparecia enquanto olhava para suas mãos e braços. Tão humanos. Seu rosto era idêntico ao de Asbarn, com apenas algumas mudanças. Olhava aquela noite sombria com seus próprios olhos. Sentia tudo em sua volta. Leve e ao mesmo tempo forte. Alguém neste estado ficaria feliz pelo o poder que adquiriu. Talvez este tenha sido o primeiro e último sorriso sincero de Aldebaran. Não sentia fardo algum, e o resultado de tudo pelo o que passou era satisfatório.

Decidiu que estava pronto para ir a Las Noches, e encontrar aqueles que tinham este mesmo poder. Levou então seu grupo de Hollows com ele. Não tinha garantias de que iriam chegar, visto que Aldebaran era rápido demais. Pobres criaturas, não conseguiam nem mesmo acompanhar as pegadas do Arrankar. Sumiam no deserto antes mesmo deles chegarem.
Sua velocidade levantava a areia sobre seus pés, seu poder curvava aqueles ao seu redor e seu rosto demonstrava um sorriso sarcástico.

No caminho, com o simples bater de seu punho, derrubava casas por pura diversão. Não esperava o que estava para acontecer. O momento perfeito para testar seus poderes.

Um Senkaimon abria em frente à Aldebaran, se demorasse um segundo a mais para parar, teria entrado no portal. Saltou para trás no intuito de um Shinigami aparecer. De fato estava certo. Um shinigami saía de dentro do Senkaimon, e por azar, deu de cara com o inimigo. Era apenas um o que de fato já era estranho, porém não iria se importar com isso, apenas queria testar os poderes que adquiriu.

No começo, imaginou que seria uma luta justa, porém ao sacar sua espada e esperar que o Shinigami fizesse o mesmo, não se contentou e avançou com tudo em sua direção. Utilizou seu Sonido, e o cortou ao meio. Um corte limpo e preciso. A única coisa que pensou naquele momento foi: "Eu acho que exagerei um pouco".

Aldebaran contemplava o sangue em seus braços. Não como um fanático por luta, mas como um admirador de força. Sim, diferente de Asbarn no passado, que odiava sua própria existência humana, amava sua forma. Com seu grupo ainda muito atrás, e sem paciência para esperar, seguiu em frente.

Seu objetivo agora era entrar em Las Noches, sendo por bem ou por mal. Não se importaria em abrir seu próprio caminho uma vez que chegasse lá.

Ainda a quilômetros de distância, seus olhos avermelhados admiravam a construção em sua frente. Mesmo tão longe, sentia o poder daqueles que habitavam o local. Seguiam uma espécie de escala. Como suspeitou, os Espadas eram divididos em seus níveis de poder. Podia claramente sentir a força desigual de cada um. Seguiu até finalmente alcançar Las Noches, ficando ainda mais surpreso com o tamanho. Era ainda maior do que parecia. Era praticamente uma cidade em forma de palácio.

Aldebaran então estava pronto para se juntar aquele grupo como igual, e ver seus objetivos em relação aos humanos. Seu interesse pelo os Shinigamis não eram maiores do que seu interesse pelo os outros Arrankars. Enquanto tudo aquilo fosse prazeroso e seguisse seus ideais, não veria problema algum em obedecer a ordens.

Assim então termina a história de Aldebaran por enquanto. Não posso dizer que é um jovem Hollow, pois estaria mentindo, porém eu posso dizer que é um jovem Arrankar.

Não se preocupava com seus subordinados que por final não eram mencionados a um bom tempo. Eles um dia chegariam, e mesmo que não chegassem não se importaria.
Talvez sua posição naquele mundo fosse mudar. Diferente de seus ideais, que parecem ser seu guia de caminho...

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